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CONSTRUIR, NÃO DESTRUIR

Espalhar fofocas alimenta uma fonte obscura dentro de nós. Às vezes pensamos que a única maneira de poder nos sentir bem é fazer alguém parecer pior através de uma comparação. Mas o tipo de autoestima que pode ser obtido às custas do outro é vazio e não vale a pena.

Como, então, podemos lidar com nossa autoestima negativa? Simples. Nós a substituímos por um interesse positivo para com outros. Em vez de nos debater como nossa baixa autoestima, nos voltamos para aqueles a nosso redor e procuramos ser úteis a eles.

Esta pode parecer uma maneira de evitar o assunto, mas não é. Não há nada que possamos fazer nos debatendo à aflição da autopiedade. Mas,  substituindo nossa autopiedade por um interesse ativo e amoroso pelos outros, nos tornamos o tipo de pessoas que podemos respeitar.

A maneira de fortalecer nossa autoestima não é destruindo os outros, mas ajudando – os a crescer através do amor e de um interesse positivo. Para nos ajudar, podemos nos perguntar se estamos contribuindo para o problema ou para a solução. Hoje, podemos optar por construir em vez de destruir.

                    Livro: Só Por Hoje – Meditações diárias para adictos em recuperação; Página 162.

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GRUPO TERAPÊUTICO ALEGRA

A depressão é um estado emocional muito aflitivo. Mas há esperança de restauração.
E, esta é a proposta do Alegra .
Um grupo terapêutico para mulheres que estão em busca de superar a depressão, onde através do compartilhamento de experienciais pessoais e do apoio mutuo, torna-se possível compreender a depressão, de que forma ela afeta nossa vida e como lidar saudavelmente com este estado emocional, retomando a alegria de viver.

São 12 encontros semanais.
– às quartas, das 16hs às 18hs, início em 09.05
– aos sábados, das 16hs às 18hs, início em 19:05

Vagas limitadas. Máximo 8 participantes por grupo.
Contato para maiores informações e inscrições:
Síria Maria Giovenardi, psicóloga (CRP 11/00206)
(85 ) 98879.8990 (whatsapp)

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SERENIDADE | SÍRIA GIOVENARDI

SERENIDADE

Não apresse o coração.
Não tropece no hoje.
Nele caminhe leve.
Nele seu foco, sua atenção.
Não use o presente como catapulta para o futuro.
É no presente que está o seu chão.
Para que serve o dia de hoje.
Se você nele não estiver presente?
É no hoje que você encontra a emoção.
Na medida que precisa.
Seja lágrima, seja riso.
Seja raiva, seja sorriso.
Fugir do passado, saltando para o futuro.
É pura ilusão.
Seus problemas ali a seguirão.
O futuro tem que ser abrigo.
E não esconderijo.
É no presente que você vive.
Sonha, planeja, empreende.
Enfim, prepara o futuro que pretende.
Viva o hoje com SERENIDADE.

 

Síria Giovenardi,

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A DEPRESSÃO E OS 12 PASSOS | SÍRIA GIOVENARDI

Os estudiosos do comportamento humano, numa visão integral e sistêmica, definem o ser humano como um ser bio-psico-sócio-espiritual.
Então, para o diagnóstico da depressão, devem ser consideradas as quatro dimensões da pessoa: física, mental (processos cognitivos e emocionais), social e espiritual. A depressão afeta todas essas áreas, apresentando sintomas em todas elas. Alguns exemplos: Área física: alterações do apetite e do sono, fadiga, dores musculares

  •  Área cognitiva: dificuldades de memória e concentração, Incapacidade de tomar decisão pensamentos de rejeição, perseguição, e de morte/suicídio.
  •  Área emocional: tristeza intensa, crises de choro, medos, insegurança, baixa autoestima, rancor, mau humor, irritabilidade,  desânimo.
  •  Área social: isolamento, sentimentos de inadequação, medo de sair, comprometimento de atividades sociais relacionadas a trabalho e estudos.
  • Área espiritual/existencial: angústia, falta de prazer de viver, de significado e propósito de vida, de perspectiva de futuro.

Assim, o tratamento da depressão, também, deve seguir uma abordagem integral. E, na dimensão espiritual, os 12 Passos são uma preciosa ferramenta para a terapêutica da depressão.

PASSO 1: a pessoa tem a chance de perceber que sozinha ou só com remédios não conseguirá superar a depressão e seus sentimentos de fracasso e incapacidade, se não pedir ajuda.

PASSO 2: acreditar no poder de Deus de restaurar sua vida, dá esperança a quem sofre com a desesperança e falta perspectiva de futuro.

PASSO 3: a decisão de entregar a vida ao Poder Superior Jesus Cristo combate o vazio interior, falta de significado/propósito de vida.

PASSO 4: fazer o inventário moral é uma excelente ferramenta de autoconhecimento. Identificar qualidades e ressignificar experiências de vida traumáticas ajudam na restauração da autoestima e na retomada do equilíbrio emocional.

PASSO 5: este passo é muito importante para a libertação de sentimentos de culpa e de vitimização que compõem o quadro depressivo.

PASSOS 6 E 7: apoio no processo de mudança com a adoção de atitude positivas e novos hábitos para uma de vida saudável física e emocionalmente.

PASSOS 8 E 9: passos para restauração dos relacionamentos quebrados e disfuncionais pela liberação de perdão das mágoas e ofensas sofridas e pelo pedido de perdão pelas ofensas e erros cometidos, obtendo assim libertação de sentimentos de amargura, rancor, raiva, ódio, culpa, remorso, vergonha.

PASSOS 10 E 11: o conhecimento e a comunhão com Deus pela prática da leitura e meditação na Palavra e da oração são essenciais diante dos sentimentos de desamparo, abandono, cansaço da vida.

PASSO 12: o incentivo a apoiar outras pessoas com o mesmo sofrimento emocional, estimula o altruísmo e a empatia, contribuindo significativamente para o crescimento emocional, combatendo o egocentrismo, o foco na própria dor, o isolamento e o sentimento de inutilidade .

Síria Giovenardi | Psicóloga

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É HORA DE ENCONTRAR UM PARCEIRO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

A caminhada de restauração não é um processo para ser vivido de forma solitária. Precisamos de outras pessoas para caminhar conosco, nos aju­dar, encorajar e até chamar nossa atenção para áreas da nossa vida em que ficamos empacados ou continuamos na negação. No processo de restauração aprendemos a construir uma Rede de Apoio muito próxima composta pelo PARCEIRO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS e o PADRINHO/ MADRINHA.

O QUE É UM PARCEIRO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS?

Um parceiro de prestação de contas é uma pessoa em quem podemos confiar para nos cobrar sobre coisas importantes em nossa caminhada de restauração e também para partilhar as nossas lutas e vitórias do dia a dia. O objetivo principal desse relacionamento é encorajarmos uns aos outros.

 

 

 

“É melhor haver dois do que um, porque duas pessoas trabalhando juntas podem ganhar muito mais. Se uma delas cai, a outra  ajuda a se levantar. Mas, se alguém está sozinho e cai, fica em má situação porque não tem ninguém que o ajude a se levantar… Dois homens podem resistir um ataque que derrotaria um deles se estivesse sozinho.” (Eclesiastes 4:9-12 – NTLH)

DICAS IMPORTANTES

  • O Parceiro de Prestação de Contas pode ser alguém dentro do meu Grupo de Passos/Apoio.
  • Devo ter pelo menos um Parceiro de Prestação de Contas.
  • Eu escolho o meu Padrinho/Madrinha.
  • Firmamos o compromisso, mas podemos mutuamente encerrar este compromisso quando não estiver mais sendo conveniente a uma das partes.
  • Deve ser do mesmo sexo. Assim evitamos qualquer envolvimento indesejável ( romântico, emocional, sexual, etc).
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ISTO NÃO É AMOR! |SÍRIA GIOVENARDI

Há poucos dias, fui procurada por uma jovem, querendo orientação sobre uma decisão que precisava tomar que implicava em terminar um relacionamento amoroso de algum tempo. Seu conflito era exatamente por fim a uma relação com um homem ciumento, agressivo, violento que a agride física e moralmente, envolvido com outras mulheres, que não a respeita, que vive a suas custas e que a mantém afastada de sua família e amigos. Mesmo assim, ela diz que o ama.

E, o que ela mais teme em deixá-lo, não são as suas ameaças de matá-la, mas de que ele fique sem a única pessoa que pode transformá-lo num homem bom, ela e seu amor por ele!

 Isto não é amor! É doença! Uma doença chamada codependência.

 A pessoa codependente vive em função de outra pessoa, seja filho, pai, mãe, marido, namorado, a qual quer controlar e dominar, tudo para obter reconhecimento e aceitação, como forma de compensar sua falta de amor próprio.

 Emocionalmente dependente do outro, passa a viver a vida do outro, perdendo totalmente sua própria identidade. Não percebe que muitas vezes seus desejos e até seus sonhos e planos não são seus, mas da outra pessoa a quem está tentando controlar.

Acredita que é responsável pela felicidade do outro. É “a salvadora”, disposta a resolver os problemas do outro, e como carece de limites, constantemente invade o outro com orientações e conselhos que na verdade passam a ser imposições.

Desconhece seus próprios sentimentos, sacrifica-se pelo outro, sempre dizendo não para si mesma.

Tem muito medo de ficar sozinha, da rejeição e do abandono, fazendo de tudo para ser aceita, reconhecida e amada pelos outros.

Mas, há esperança para o codependente, de se tornar uma pessoa capaz de desenvolver relacionamentos sadios e, principalmente, de amar de verdade sem sobressaltos, sem dor, sem tristeza, sem ameaças, sem manipulação, mas um amor que… “é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.” 1 Coríntios 13:4-6

 Se você precisa de ajuda nesta área, no Celebrando Restauração, toda segunda-feira, funcionam grupos de apoio para homens e mulheres que lutam com a codependência. 

Síria Giovenardi | Psicóloga
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MULHER NOTÁVEL | SÍRIA GIOVENARDI

Quase todo o dia a violência contra a mulher está presente na mídia, mostrando uma mulher ultrajada na sua dignidade e direitos de ser humano, sempre que é baleada, esfaqueada, queimada com fogo e soda cáustica, violentada, agredida, estuprada, abandonada, rejeitada, traída.

Esta mulher é menina, casada, jovem, solteira, mãe, viúva, tem mais de trinta, de quarenta, é avó, filha, rica, celebridade, da favela, médica, professora, dona de casa, advogada, não importa seu perfil, é sempre a mesma mulher humilhada, vítima de desrespeito de seus sentimentos e sonhos.

E esta é a sociedade que diz exaltar a mulher, lhe conceder igualdade de direitos, até um dia comemorativo em nível internacional!Mas sabe onde a mulher é realmente amada e respeitada, onde é considerada especial, preciosa, notável? Nas páginas da Bíblia, este livro que muitos dizem que é ultrapassado e sem valor para os nossos tempos pós-modernos.

Se o homem, tanto enquanto ser como gênero, resolvesse seguir o tratamento que Deus designa que seja dado às mulheres, não seríamos uma sociedade tão retrógrada em relação a quem apenas anseia ser o que foi predestinada para ser:

Protegida – E aprendam a fazer o que é bom. Tratem os outros com justiça; socorram os que são explorados, defendam os direitos dos órfãos e protejam as viúvas. Isaías 1:17

Amada – Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como a seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo. Efésios 5:28

Respeitada – Portanto, tenham cuidado para que nenhum de vocês seja infiel à sua mulher. Malaquias 2:15

 Reconhecida – Dêem a ela o que merece por tudo o que faz, e que seja elogiada por todos. Provérbios 31:31

Na Bíblia existem muitas mulheres que se destacam: Ester por sua coragem, Rute por sua lealdade, Débora por seu patriotismo, Ana por sua fé e perseverança, Maria por sua submissão e servitude, Marta por sua diligência, a mulher de Provérbios por sua virtude, a Samaritana por sua gratidão, dentre outras tantas.

Elas não precisaram da instituição de um dia para seguirem sendo lembradas por mais de dois mil anos. O que as torna notáveis foi serem o que Deus as fez para serem.

“Ele criou cada um de nós por meio de Cristo Jesus, e a Ele nos unimos nessa obra grandiosa, a boa obra que ele deseja que executemos e que faremos bem em realizar.”  Efésios 2:10
Siria Giovenardi |Psicóloga
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MULHER: VÍTIMA, SOBREVIVENTE, VENCEDORA | SÍRIA GIOVENARDI

 

Nossa sociedade pós moderna, plena de avanços científicos, tecnológicos, sociais continua assistindo a mulher protagonizando papéis paradoxais.

Um dos papéis mais vividos pela mulher é o de VÍTIMA. Seja ela rica ou pobre, culta ou analfabeta, cidadã do país mais desenvolvido ou do mais atrasado economicamente, seja ela partícipe de sociedade norteada por valores liberais e igualitários, ou por valores rígidos e discriminatórios, a mulher ainda é desvalorizada, humilhada, desrespeitada, mal tratada, agredida, prostituída, explorada, escravizada, violada, assassinada. A violência contra a mulher faz parte do nosso cotidiano, é coisa corriqueira, amplamente divulgada na mídia.

Porém, esta mulher vítima não se entrega, luta, batalha, dá a volta por cima, vira o jogo, levanta bandeiras, aprova leis de defesa e proteção e torna-se uma SOBREVIVENTE. E segue em frente, trabalhando, estudando, criando os filhos, responsabilizando-se pelo sustento de sua casa. Ela é pedreira, gari, motorista de ônibus, médica, policial, juíza, e também, é mãe, esposa, filha, profissional, amiga.

 E se esta mulher sobrevivente levantar seus olhos e reconhecer que não está abandonada à sua própria sorte, que há um Deus Criador que com ela se importa e que a ama incondicionalmente, ela se torna uma VENCEDORA.

 
“Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio dAquele que nos amou.” Romanos 8:37
Siria Giovenardi |Psicóloga
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LIMITES SAUDÁVEIS | SÍRIA GIOVENARDI

LIMITES SAUDÁVEIS

Não mude de lugar uma divisa antiga, nem tome posse de terras que pertencem a órfãos. Deus é o poderoso defensor dos órfãos e defenderá a causa deles contra você. (Provérbios 23: 10-11)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando não somos amados e cuidados adequadamente quando crianças, temos grandes chances de nos tornarmos adultos com sérias dificuldades para distinguir quando é ou não seguro confiar nos outros. Podemos desenvolver uma desconfiança visceral que pode nos levar até a fobia social. Ou podemos nos tornar extremamente dependentes de amor e atenção, adotando os escravizantes padrões de comportamento da codependencia emocional.

Na caminhada de restauração, precisaremos aprender a estabelecer limites saudáveis que venham a nos proteger das pessoas que possam querer tirar vantagens de nossa vulnerabilidade, porém garantindo o desenvolvimento de relacionamentos sadios e nutridores.

Eu tenho pessoas que me ajudam a traçar limites saudáveis em minha vida? Que limites já desenvolvi e como eles tem me ajudado? Em que áreas de minha vida ainda estou vulnerável?adequado.

Soli Deo Gloria

Siria Giovenardi |Psicóloga

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QUAL É A HORA DE PEDIR AJUDA?

Quando precisamos de ajuda? Quando devemos buscar uma mão estendida ou pedi-la e não remar sozinhos? Quando a ajuda externa é necessária? Existem padrões objetivos para recorrer a alguém para nos ajudar? Em suma, qual é a hora de pedir ajuda?

Não podemos definir nenhum momento específico que marque universalmente a hora de pedir ajuda. Os limites são particulares, assim como os recursos. Então, como podemos perceber? Cada um tem que saber quais coisas estão mudando em sua vida, o que não está fazendo por medo, tristeza ou falta de desejo, ou o que não faz de todas aquelas atividades que antes lhe faziam feliz.

O marcador para pedir ajuda está dentro de cada um e devemos saber, além de identificar, deixar o orgulho para trás e recorrer a alguém que possa nos ajudar.Suportar e suportar sem limites, presenciando uma ausência de progresso que nos desencoraja, não nos leva a nada. Nesse sentido, às vezes uma ajuda oportuna é uma batalha vencida.

Em muitos casos, pedir ajuda nos dá uma nova oportunidade para encontrar a esperança, nos resgatando de uma situação que acreditávamos ser impossível de resolver, mas para isso devemos saber bem a quem recorrer e quando. Superar os limites pessoais de tentar resistir sozinhos nos obriga a nos abrirmos para alguém e deixarmos que nos ajude.

Pedir ajuda é uma demonstração de coragem

Esconder os sentimentos, acreditar que chorar é para os fracos, pensar que ainda temos forças, abraçar a ideia de que ninguém nos entenderá, são tópicos que podem acabar conosco. Nós não conseguiremos superar tudo sozinhos, e expor o que sentimos não é ser menos corajoso, nem recorrer a um especialista significa fechar um capítulo ou assumir uma derrota. Pedir ajuda demonstra coragem, inteligência e confiança.

 As batalhas são conquistadas com esforço e com uma tomada de decisões inteligentes, e ser inteligentes também significa usar ferramentas que os outros podem nos fornecer ou nos ajudam a encontrar quando perdemos o mapa pessoal. Pedir ajuda é uma coisa de corajosos, porque implica reconhecer a necessidade, além de não desistir e de ter esperança em obter o que você gostaria.

Quando você sente que a situação transborda, quando acredita que já não é mais o mesmo que antes e não está feliz, quando considera que foi muito longe sozinho, quando antes podia encontrar essa doçura que só reside em pequenas coisas e você já não faz mais isso, quando tudo o que costumava diverti-lo já não causa mais isso e você não encontrou novas atividades que causem, é hora. A hora de pedir ajuda.

Depois de identificar a hora de pedir ajuda, como pedi-la?

Pode ser que o primeiro passo seja o mais difícil, falar sobre nós mesmos, contar a alguém como nos sentimos, nos expressando e buscando de forma determinada aquilo que nos falta. Como podemos aprender a pedir ajuda? O primeiro passo é encontrar alguém em quem confiar. Se tentamos com pessoas ao nosso redor e não melhoramos ou a ajuda que nos fornecem é insuficiente, é hora de pedir ajuda para um especialista.

A variedade é tão grande, que provavelmente não será difícil encontrar um especialista que possa nos ajudar nisso, especificamente, que precisamos. Se nossa garganta doer, iremos ao médico, se não pudermos mover o pescoço, iremos ao fisioterapeuta, se não enxergarmos corretamente, iremos ao oftalmologista. Se tivermos uma cárie, iremos ao dentista, então se nossa alma dói, por que não ir ao psicólogo?

O psicólogo é apenas mais um especialista, e vê-lo como alguém que só trabalha com loucos é um retrato muito antiquado e reduzido da ajuda que ele pode fornecer. Nesse sentido, o trabalho com o psicólogo faz com que a pessoa aumente seu registro de recursos para enfrentar as dificuldades. Além disso, poderemos dissipar o sentimento de solidão sufocante que todos nós sentimos em algum momento, ou poderemos reforçar nossa motivação caso se encontre enfraquecida. Se este for o caso, por que não pedir ajuda, inclusive antes de precisar?

Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/hora-de-pedir-ajuda/