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CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA

INSCRIÇÕES DIRETO COM A EQUIPE DA CRUZ AZUL

INFORMAÇÕES: 85 99778.3051 – NELSON MASSAMBANI OU BEZERRA E GLEICE 85 99745.3924.

FICHA DE INSCRIÇÃO – CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM DQ – FORTALEZA

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NOSSA SAÚDE MENTAL ESTÁ PÉSSIMA – Por Augusto Cury

Nossa Saúde Mental Está Péssima – Por Augusto Cury

“No mundo todo, e não apenas no Brasil, a saúde mental está péssima. Tomamos o caminho errado. Não sabemos nos interiorizar, filtrar estímulos estressantes, proteger a emoção. Uma em cada duas pessoas desenvolverá um transtorno psiquiátrico. Estamos falando em mais de três bilhões de pessoas. O maior problema encontrado em minha opinião é a síndrome do pensamento acelerado, que tive o privilégio de descobrir e a infelicidade de saber que ela atinge hoje grande parte da população mundial. Pensar com consciência crítica é bom, mas pensar demais é uma bomba contra a qualidade de vida. Gera dores de cabeça, dores musculares, fadiga ao acordar, sofrimento por antecipação, baixo limiar para frustração e esquecimento”.

A Síndrome do Pensamento Acelerado

“Um dos principais sintomas verificados na Síndrome do Pensamento Acelerado é a perda geral da capacidade de pensar, de reter informações e, até mesmo, de elaborar tarefas. A seletividade da memória protege a mente contra o congestionamento de pensamentos, imagens e ideias. Ao fazer uma autoanálise, a maioria das pessoas irá perceber que utiliza excessivamente a memória e, por isso, pensa demais e se desgasta de maneira exagerada, podendo desencadear a síndrome”.  Afirma o psicoterapeuta,  Augusto Cury

Síndrome do Pensamento Acelerado é uma condição moderna que tem origem com o ritmo alucinante das grandes cidades, com overdoses diárias de informações e obrigações que afetam a saúde emocional de uma boa quantidade de gente. Depressão, estresse, síndrome do pânico e nomofobia (medo de ficar sem celular) são outros exemplos de situações que ocorrem com muito mais frequência nas últimas décadas.

Especialistas dizem que a síndrome do pensamento acelerado não é uma doença, mas sim um sintoma vinculado a um quadro de transtorno de ansiedade. As pessoas mais vulneráveis geralmente são aquelas que são avaliadas constantemente por conta das suas obrigações profissionais, não podendo desligar um minuto sequer, caso contrário o trabalho é comprometido. Bons exemplos são executivos, jornalistas, escritores, publicitários, professores e profissionais da saúde.

As possíveis causas são, além dessa ansiedade devido à pressão profissional, o excesso de informações às quais somos submetidos durante o dia, condição considerada normal nos dias de hoje.

Quem lê livros não só é mais inteligente como também é o melhor tipo de pessoa para se apaixonar

Sintomas da síndrome do pensamento acelerado

É comum entre quem tem a síndrome do pensamento acelerado ter a sensação de estar sendo esmagado pela rotina, com aquela impressão de que 24 horas são insuficientes para cumprir tudo o que você tem planejado para o dia. Há o sentimento persistente de apreensão, falta de memória, déficit de atenção, irritabilidade e sono alterado. O humor flutuante é outra característica bem comum.

esgotamento mental da pessoa que não consegue desacelerar o seu pensamento normalmente se converte em cansaço físico também. Isso porque o córtex cerebral, a camada mais evoluída do cérebro, “rouba” energia que deveria ser utilizada em músculos e outros órgãos.

Tecnologia

Um componente que colabora muito para o aumento nos casos de síndrome do pensamento acelerado e para a piora no quadro é a tecnologia. Primeiro, com a popularização da televisão, há décadas, as crianças começaram a ter menos atenção na escola e os educadores mais dificuldade para influenciar o universo psíquico dos jovens.

Depois, vieram os computadores e videogames. Hoje, as redes sociais são um mundo que oferece um excesso de estímulos e informações. Passar uma noite inteira no Facebook significa uma quantidade absurda de textos (lidos e escritos) e imagens passando pelo nosso cérebro em um tempo curto. Além disso, ser usuário de uma rede social colabora para a ansiedade – cria-se o costume de consultá-las o tempo todo para checar se há novas mensagens.

Tratamento

Se você se identifica com tudo o que foi dito acima é provável que tenha a síndrome do pensamento acelerado. Nesse caso, é recomendável buscar a ajuda profissional de um especialista.

7 dicas para viver melhor

  1. Treine sua mente para admirar algo que o dinheiro não compra, como observar seu filho a desenhar ou pintar, abraçar mais, beijar mais, trocar experiências com os filhos, dar carinho a quem se ama.
  2. Tenha mais contato com a natureza. Caminhe ao ar livre, admire as árvores e os animais, aprecie o silêncio e o vento no rosto…
  3. Faça alguma atividade lúdica. Vale praticar um esporte, ler um livro e contar histórias.
  4. Proteja a sua emoção. Não cobre demais os outros (seja marido, sejam filhos ou amigos) nem a si mesma, isso torna a vida angustiante. Não exija demais das pessoas. Ao contrário, elogie mais, aponte as características boas, os pontos fortes de quem está ao seu lado.
  5. Aprenda a relaxar. Pare um momento do dia, esqueça tudo ao redor, respire fundo, solte o corpo e esvazie a mente.
  6. Perdoe o outro e se auto perdoe.
  7. Dê mais risada, não leve a vida tão a ferro e fogo. Sorria!

 

Fonte:http://www.portalraizes.com/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Excertos de matérias publicadas nos sites Vivo mais Saudável, Medplan – Extraído Conti Outra página que recomendamos a visita.

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CONFERÊNCIA CELEBRANDO RESTAURAÇÃO

 

 

A humanidade tem vivenciado tempos difíceis de intolerância, desamor e egoísmo nas relações: seja na família, na sociedade, no trabalho, na escola, nos espaços públicos, e até mesmo no nível pessoal.

A palavra PAZ tem um significado amplo, que quer dizer “estar completo”, “estar bem em todos os sentidos”, “desfrutar de bem-estar”. No sentido mais profundo é Paz com Deus e, em consequência conosco e com os semelhantes.

Tais aspectos têm nos despertado para a importância de refletir, dialogar e vivenciar uma CULTURA DE PAZ, entendendo-a como uma ferramenta para a prevenção e resolução não violenta de conflitos e também de RESTAURAÇÃO.

Disse Jesus: “Deixo a PAZ a vocês; a minha PAZ dou a vocês. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo.” (João 14:27)

DATA DE LOCAL

De 12 a 14 de outubro de 2017

Local: Câmara Municipal de Fortaleza
Rua Dr. Thompson Bulcão, 830
(esquina com Av. Rogaciano Leite)
Bairro: Patriolino Ribeiro
VALOR:
1º LOTE
: R$ 50,00 – até 30 de setembro
2º LOTE: R$ 70,00 – a partir do dia 01 de outubro, se houver vagas.

VAGAS LIMITADAS!

Você pode fazer a sua inscrição clicando no link abaixo

http://ibc.org.br/cr/conferencia-celebrando-restauracao/conferencia-2017/

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DEPRESSÃO: COMO POSSO ME AJUDAR?

Hoje em dia, já é mais do que comprovado cientificamente que a depressão é uma doença, estando, inclusive catalogada na CID-10 (Classificação Internacional de Doenças) da OMS (Organização Mundial de Saúde).
Compreendida como doença, a depressão requer tratamento medicamentoso com psiquiatra que é o médico especialista no tratamento de desordens psicoemocionais.
Mas, a atitude de autoajuda da pessoa com depressão é essencial para o sucesso do tratamento.
Alimentação: priorizar os alimentos naturais, como frutas e legumes para suprir necessidades de vitaminas e sais minerais; eliminar açúcar refinado, café e gordura, diminuir o mais possível os carboidratos simples, substituindo-os pelos complexos (integrais) que desequilibram nosso metabolismo, favorecendo os estados de desânimo, fraqueza, cansaço e ansiedade.
Repouso: procurar relaxar, evitar situações de estresse, dormir bem (nosso cérebro precisa de 8hs de sono para produzir o hormônio chamado de melatonina, que combate o cortisol, hormônio que provoca ansiedade).
Atividade física: principalmente a caminhada, para reduzir a ansiedade e aumentar a produção de serotonina, um dos elementos da química do cérebro, responsável pela sensação de bem estar.
Mudança de ambiente: evitar ambientes, atitudes e pessoas que causam estresse, ou provoquem angústia, medo e tristeza.
Terapia ocupacional: desenvolver hábitos de lazer e passatempos que ajudam a relaxar. Pintar, modelar argila, montar quebra cabeças, costurar, tricotar, fazer crochê, cozinhar, faça uma horta caseira, cuide de plantas, enfim descubra seus talentos e use-os para relaxar, manter sua mente ocupada com posturas construtivas e sentir autorrealização, o que ajuda no combate à baixa autoestima.
Vida social: somos criaturas sociais e precisamos manter relacionamentos significativos e saudáveis. O isolamento social nos adoece emocionalmente. Precisamos de amigos em quem possamos confiar que nos ajudem na caminhada de restauração da depressão.
Desenvolvimento de um relacionamento pessoal com Deus: pesquisas científicas demonstram que pessoas religiosas adoecem menos de depressão. A depressão pode ter causas existenciais, relacionadas à falta de significado e de um propósito maior de vida, medo do futuro e de morrer, vazio interior. Assim, cuidar da vida espiritual, desenvolvendo valores, crenças e atitudes espirituais saudáveis contribuem de forma significativa para reaver um sentido de vida e combater ideias de morte, comuns na depressão.
 
 
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EU SEI,MAS NÃO DEVIA

EU SEI,MAS NÃO DEVIA

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz.

E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem.
E, a saber, que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes.
A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar-condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma. (Marina Colasanti)

Inspirado neste texto, em julho  será especial, repleto de reflexões sobre nossos comportamentos cotidianos.
Quantas foram as vezes que pensamos em fazer o que é certo, mas não fazemos? Não perca! Aproveite e traga alguém.

30/ junho – Comer mais do que preciso!
03 e 07/julho – Dizer sim, quando deveria dizer não!
10 e 14/julho – Me alimentar de pornografia!
17 e 21/ julho – Ficar isolado!
24 e 28/ julho – Gritar e perder o controle!

A participação é gratuita e aberta ao público.
Confira os endereços abaixo:
Segunda-feira às 19h30 – Rua do Cruzeiro, 401 – Ancuri
Sexta-feira às 19h30 – Rua Professor Gonçalves, 225 – Dionísio Torres (Colégio Kerigma)

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CURSO DE MONITOR EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA EM COMUNIDADE TERAPÊUTICA

CURSO DE MONITOR EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA EM COMUNIDADE TERAPÊUTICA


O curso será ministrado na forma de semana intensiva, e ocorrerá dos dias 29 de maio a 02 de junho de 2017. O mesmo terá uma carga horária total de 50 horas/aula.
Objetivos e Metas do Curso Capacitar e qualificar pessoas que atuam voluntariamente ou não em comunidades terapêuticas acolhedoras e afins em todo território nacional.

 

Objetivos específicos
* Estimular o público alvo a buscar atualização quanto às diretrizes do tratamento de pessoas que tenham transtornos pelo uso de substâncias psicoativas – SPA;
* Disponibilizar informações que priorizam o desenvolvimento de ações que expressam a valorização da vida;
* Promover a autonomia e melhorar as relações sociais, também daqueles que ajudam no processo detomada de decisão pela abstinência;
* Proporcionar aos participantes uma visão global baseada em evidências científicas, e unindo as orientações diaconais, para o público que busca educação continuada e constante aperfeiçoamento na área da dependência química;
* Capacitar voluntários e o monitor de Comunidades Terapêuticas e afins nos procedimentos diários de uma Comunidade Terapêutica Acolhedora;
* Atender o monitor de Comunidade Terapêutica Acolhedora e Afins que normalmente não têm graduação de ensino superior.

Público Alvo
Gestores de Comunidades Terapêuticas, Monitores, ex-residentes, auxiliares, voluntários, leigos, obreiros e voluntários de Igrejas, facilitadores de grupos de e apoio, colaboradores de Comunidades Terapêuticas – CTs e demais interessados na área da dependência química, com ou sem formação secundária, sem ou pouca experiência em CT.

PROGRAMAÇÃO
29/05 – Segunda – Feira
* Reinserção Social, como um dos objetivos a serem alcançados no atendimento I. Professora Camila B.Woerner Pedron.
* Reinserção Social, como um dos objetivos a serem alcançados no atendimento II;
* Processo de Acolhimento: Entrevista; contato com a família; contrato de tratamento; questão financeira; revista; dia de visita de família; prontuários e técnicas de acolhimento I. Professora Camila B.Woerner Pedron.
* Processo de Acolhimento: Entrevista; contato com a família; contrato de tratamento; questão financeira; revista; dia de visita de família; prontuários e técnicas de acolhimento II;* Aspectos práticos da RDC 029;

30/05 – Terça – Feira
* Diretrizes da vigilância sanitária para a Comunidade Terapêutica. Professor Egon Schlüter
* Acolhimento com encaminhamento. Judicial. Professor Egon Schlüter
* Resolução 01/2015 CONAD – Marco Regulatório das Comunidades Terapêuticas. Professor Egon Schlüter.

31/05 – Quarta – Feira
* A Importância das Atividades Práticas na Comunidade Terapêutica. Professor Fábio Morástico Ramos.
* Atribuições do Monitor na Comunidade Terapêutica;
* Grupo Operativo uma ferramenta na Comunidade Terapêutica. Professor Fábio Morástico Ramos.
* Organizações e funcionalidade interna da Comunidade Terapêutica – “5S”, “POP’s“, “EPIs”. Professor Fábio Morástico Ramos

01/06 – Quinta – Feira
* Atuação do Psicólogo na Comunidade Terapêutica. Professora Alana Sieves
* Habilidades sociais e psicológicas do Dependente Químico. Professora Alana Sieves
* Comorbidades Associadas ao uso de Substâncias Psicoativas. Professora Alana Sieves
* Resolução de Conflitos. Professora Alana Sieves.

02/06 – Sexta – Feira
* Comunidade Terapêutica, Método e sua História. Professor Marciano Tribess
* Sexualidade no acolhimento. Professor Marciano Tribess
* Ciência e Espiritualidade no acolhimento. Professor Marciano Tribess
* Estruturas e Organização do Grupo de Apoio Cruz Azul no Brasil. Marciano Tribess.

INVESTIMENTO
No valor estão inclusas despesas com alimentação (coffee breaks e almoço) e material de apoio. R$ 600,00 por pessoa.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Igreja Batista Central de Fortaleza
Rua do Cruzeiro, 401, bairro Ancuri – de segunda a sexta, das 8h às 18h
Contatos: Nelson (85) 98778-3051 | Fábia (85) 3444-3535 [email protected]
Comunidade Terapêutica Grão de Mostarda / Federação Cearense de Comunidades Terapêuticas
Rua Olho D’água, 1620, bairro Olho D’água, Eusébio.
Contatos: Natália (85) 98416-0094 | Aline (85) 99775-5021 | Júnior (85) 98788-7214

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COMO SE ACALMAR DURANTE UM ATAQUE DE ANSIEDADE

Coração acelerado, náuseas, desconforto estomacal e tremores são alguns sintomas de um ataque de ansiedade. Os ataques de ansiedade podem ser assustadores, portanto, é útil saber que você pode limitá-los quando eles ocorrerem. Este artigo listará algumas técnicas que podem ser usadas para você se acalmar.

  1. Pratique a respiração profunda. Caso esteja sofrendo de um ataque de pânico, é possível que você esteja começando a hiperventilar. Mesmo que não esteja, respirar profundamente pode ajudá-lo a reduzir o estresse e a fornecer oxigênio ao cérebro para aumentar o foco. Tente dar, no mínimo, 8 respiradas profundas por minuto. Demore 4 segundos para inalar, prenda a respiração por 2-3 segundos e demore outros 4 segundos para soltar o ar.
  2. Se você estiver respirando rápido demais para começar a respirar profundamente, use um saco de papel pardo para desacelerar seu ritmo respiratório. Segure-o sobre sua boca enquanto respira, desacelerando a respiração progressivamente. Desacelere até poder começar seus exercícios de respiração profunda.
  3. Continue a respirar profundamente por vários minutos até poder notar uma diferença em seu relaxamento muscular e na sua clareza de pensamentos.
  4. Use diversões cognitivas. Se você estiver no meio de um ataque de ansiedade, distraia sua mente através de diferentes diversões mentais. Por exemplo, conte os números ímpares de 100 a 0, diga o nome de todos os presidentes do Brasil ou declame seu poema (ou canção) predileto. Force-se a fazer uma (ou várias) dessas técnicas até se acalmar um pouco.
  5. Pratique o relaxamento muscular progressivo. Este é o processo de desacelerar através do corpo e de retesar e relaxar cada grupo muscular. Isso tem duas finalidades: lhe força a se concentrar em algo que não seja seu medo e simultaneamente relaxa seus músculos. Comece com os músculos no rosto e vá descendo até ter relaxado todas as partes do corpo.
  6. Retese o grupo muscular por dez segundos – em seguida, libere a pressão. Você pode fazer isso com o mesmo grupo muscular diversas vezes. Ainda assim, fazê-lo uma vez deve bastar.
  7. Grupos musculares grandes que podem ser retesados e relaxados incluem: mandíbula, sua boca (carranca/relaxamento), braços, mãos, estômago, bumbum, coxas, panturrilhas e pés.
  8. Tente “parar e substituir”. Este é o processo pelo qual você impede seus pensamentos produtores de ansiedade e substitui-os por reflexões que tragam felicidade ou paz. Por exemplo, se você estiver ansioso por conta de uma viagem de avião e não puder parar de pensar no que pode acontecer caso a nave caia, impeça tal pensamento imediatamente e substitua-o ao imaginar como serão suas férias com seus amigos.
  9. Use imaginação guiada. Pense num lugar em que você se sinta em paz e relaxado: pode ser sua casa, seu ponto de férias predileto ou os braços da pessoa amada. Enquanto pensa nesse lugar, continue adicionando detalhes à cena, de maneira a focar toda a sua mente no campo da imaginação. Sinta-se livre para fazer isso com os olhos fechados ou abertos. Fechar os olhos pode facilitar o processo. Quando sentir que é possível pensar claramente na ansiedade, você pode parar a imaginação guiada.
  10. Reconheça sua ansiedade. Ainda que deseje reduzir a ansiedade que sente, você não quer ignorá-la. Reconheça que você está com medo. Analise o medo. É um perigo verdadeiro e presente? Provavelmente, você está usando declarações do tipo “e se?” e entrando em pânico com algo que ainda não aconteceu ou que mal pode acontecer. Compreenda que você está sentindo medo, mas que não há nenhum perigo. Retirar o perigo da situação lhe ajudará a relaxar um pouco.
  11. Escreva seus sentimentos. Se você for suscetível a ataques de pânico, crie um diário para escrever textos que expliquem seus sentimentos. Escreva o que você sente, o que lhe causa medo e por que a ansiedade surgiu. Escrever lhe ajudará a focar seus pensamentos, e reler os textos poderá ajudá-lo a controlar melhor a ansiedade.
  12. Faça algo. Sentar e ruminar sua ansiedade apenas piorará seu estado e dificultará a superação do pânico. Distraia sua mente e seu corpo ao realizar uma tarefa, ao limpar, ao desenhar, ao ligar para um amigo, enfim, ao fazer qualquer coisa que lhe mantenha ocupado. Preferencialmente, faça algo de que você desfrute como um hobby.
  13. Use terapia musical. Crie uma playlist com suas músicas preferidas. Elas podem ajudá-lo a relaxar ou a se sentir feliz. Então, se/quando você tiver um ataque de pânico, escute as músicas e se acalme. Use headphones bons, que impeçam a intromissão de barulhos externos, para poder se concentrar apenas na música. Enquanto escuta, foque em diferentes instrumentos, no som e nas letras. Isso o(a) ajudará a parar de pensar em seus medos.
  14. Faça um pouco de exercício. Fazer com que seu corpo se ative libera endorfinas que são responsáveis pelo aumento da sensação de paz e de felicidade. Vá caminhar ou experimente um pouco de yoga; exercícios leves poderão lhe ajudar a relaxar mais que esportes agressivos ou treinos de resistência.
  15. Consiga ajuda de um amigo. Se você estiver entrando no mundo da ansiedade e não conseguir sair dele, ligue para um amigo ou membro da família e peça ajuda. Peça para que ele distraia você e analise seu medo para poder superar a sensação de estresse. Se você for suscetível a ataques de ansiedade, ensine aos amigos como eles devem agir durante uma crise sua. Assim, eles o compreenderão e poderão obter ajuda quando preciso.
      Dicas:

    ♥ Cante uma canção. Ela o(a) ajuda a respirar melhor e distrai você do terror de um ataque de pânico.

    ♥ Se seu ataque de pânico piorar e você começar a vomitar, tome um banho quente com uma camiseta ou uma toalha sobre seu corpo. Isso o(a) fará se sentir confortável. Relaxe e descanse no banho pelo tempo que precisar. Não apresse as coisas após sair. O melhor conselho é dormir após terminar o banho.

    ♥ Se você tiver um ataque de pânico tarde da noite, caminhe pelo quarto e respire profundamente.

    ♥ Borrife óleo puro de lavanda misturado com água em um lenço. (Mantenha-o disponível no seu bolso) Os óleos na lavanda ajudam a pessoa a relaxar e a se acalmar durante ataques de ansiedade.

    ♥ Exercite-se regularmente. Aprenda técnicas de relaxamento que sejam eficientes para reduzir o estresse. Durma por mais tempo – o sono é absolutamente necessário para quem sofre de ansiedade. Você nunca deve abrir mão dele de propósito.

    ♥ Tente beber um copo de chá de camomila durante a noite. Evite cafeína, refrigerantes e nicotina – tais produtos são estimulantes.

    ♥ Mesmo que isso seja óbvio para algumas pessoas, sempre se lembre de que sua família existe para apoiá-lo, amá-lo e protegê-lo. Não receie em contar seus problemas a eles, mesmo que isso seja embaraçoso.

    ♥ Experimente diversas atividades para acalmar sua ansiedade.

    Aviso: Se seu ataque de ansiedade durar mais que algumas horas, entre em contato com seu psicólogo ou seu médico para obter ajuda.

    Fonte: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/como-se-acalmar-durante-um-ataque-de-ansiedade/

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MINHA HISTÓRIA

Escrever nossa história/TESTEMUNHO é parte do processo de restauração.
Escrever nos ajuda a organizar os pensamentos e, assim, estarmos preparados para levar a mensagem sempre que tivermos uma oportunidade.  A Bíblia nos diz que faz parte da nossa jornada espiritual contar aos outros a esperança que encontramos em Jesus Cristo.

Compartilhar nossa história é praticar o Passo 12.
Nós, com certeza, já ouvimos ou demos alguma boa desculpa para não
escrever/compartilhar nosso TESTEMUNHO, pois temos:

  • Medo de falar em público
  • Medo de sermos julgados
  • Medo de que ninguém vá se identificar com nossa história
  • Medo de que não estamos prontos

“Mas agora, assim diz o Senhor, aquele que criou, ó Jacó, aquele que o formou, ó Israel: “Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu. Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas. Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, o Santo de Israel, o seu Salvador.” (Isaías 43:1-3a )

O pastor Rick Warren, autor do livro Igreja Com Propósito, afirma que um  TESTEMUNHO é mais poderoso do que um sermão pastoral. Ele explica com uma pergunta: “Quem tem mais credibilidade, ao recomendar um carro usado? O vendedor do carro usado ou um cliente satisfeito que, passando na hora, diz: –Cara, comprei um carro aqui, que esse vendedor me recomendou, e foi o melhor negócio que já fiz na minha vida. Pode confiar.” É óbvio que o cliente satisfeito tem muito mais credibilidade do que o vendedor. Pois quando eu, como pastor fico em pé e digo do púlpito que Deus pode restaurar a vida de qualquer pessoa, o cético olha para mim e diz: “É lógico que ele diz isso. Afinal, é pago para dizê-lo.” Mas quando um “cliente satisfeito” passando pela vida para e diz ao cético:
“Cara, eu estava igual a você, precisando desesperadamente de restauração. Confiei a minha vida ao Deus que ele está recomendando e foi o melhor negócio que já fiz na minha vida. Pode confiar.” O impacto é completamente outro.

No Celebrando Restauração, levamos essa verdade muito a sério. Sabemos que muitas pessoas quebradas estão cansadas de ouvir sermões e precisam ouvir da boca de alguém (com quem se identificam), que restauração é possível, que os Doze Passos funcionam, que nosso Poder Superior Jesus se importa! Deus usa todas as histórias! Sempre tem alguém
que precisa ouvir exatamente o que nós temos para contar.
“Quando os anjos voltaram para o céu, os pastores disseram uns aos outros: ‘Vamos até Belém para ver o que aconteceu; vamos ver aquilo que o Senhor nos contou’. Eles foram depressa, e encontraram Maria e José, e viram o menino deitado na manjedoura. Então contaram o que os anjos tinham dito a respeito dele. Todos os que ouviram o que os pastores disseram ficaram muito admirados.” ( Lucas 2:15-18 – NTLH)

AO COMPARTILHARMOS NOSSA HISTÓRIA PRATICAMOS O PASSO 12 E
PERMITIMOS QUE DEUS USE NOSSA VIDA PARA ABENÇOAR OUTRAS
PESSOAS.

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MUITO PRAZER, EU SOU O SEU SINTOMA

Já pensou se o seu sintoma tivesse a chance de te escrever um carta? Garanto que seria alguma coisa assim:

“Olá, tenho muitos nomes: dor de joelho, abscesso, dor de estômago, reumatismo, asma, mucosidade, gripe, dor nas costas, ciática, câncer, depressão, enxaqueca, tosse, dor de garganta, insuficiência renal, diabetes, hemorroidas e a lista continua. Ofereci-me como voluntário para o pior trabalho: ser o portador de notícias pouco agradáveis para você.

Você não entende, ninguém me compreende. Você acha que eu quero lhe incomodar, estragar os seus planos de vida, todo mundo pensa que desejo atrapalhar, fazer o mal, limitar vocês. E não é assim, isso seria um absurdo. Eu o sintoma, simplesmente estou tentando lhe falar numa linguagem que você entenda.

Vamos ver, me diga alguma coisa. Você negociaria com terroristas, batendo na porta com uma flor na mão e vestindo uma camiseta com o símbolo da “paz” impresso nas costas? Não, certo?

Então, por que você não entende que eu, o sintoma não posso ser “sutil” e “levinho” quando preciso lhe passar uma mensagem. Me bate, me odeia, reclama de mim para todas as pessoas, reclama de minha presença no seu corpo mas, não para um minuto para pensar e raciocinar e tentar compreender o motivo de minha presença no seu corpo.

Apenas escuto você dizer: “Cala-te”, “vá embora”, “te odeio”, “maldita a hora que apareces-te”, e muitas frases que me tornam impotente para lhe fazer entender mas, devo me manter firme e constante, porque devo lhe fazer entender a mensagem.

O que você faz? Manda-me dormir com remédios. Manda-me calar com sedativos, me suplica para desaparecer com anti-inflamatórios, quer me apagar com quimioterapia. Tenta dia após dia, me calar. E me surpreendo de ver que às vezes, até prefere consultar bruxas e adivinhos para de forma “mágica” me fazer sumir do seu corpo.

A minha única intenção é lhe passar uma mensagem, mesmo assim, você me ignora totalmente.

Imagine que sou a sirene do Titanic, aquela que tenta de mil maneiras avisar que tem um iceberg na frente e você vai bater com ele e afundar. Toco e toco durante horas, semanas, meses, durante anos, tentando salvar sua vida, e você reclama que não deixo você dormir, que não deixo você caminhar, que não deixo você trabalhar, ainda assim continua sem me ouvir…

Está compreendendo?

Para você, eu o sintoma, sou “A doença”.
Que absurdo! Não confunda as coisas.
Aí você vai ao médico e paga por tantas consultas.
Gasta um dinheiro que não tem em medicamentos e só para me calar.
Eu não sou a doença, sou o sintoma.
Por que me cala, quando sou o único alarme que está tentando lhe salvar?
A doença “é você”, é “o seu estilo de vida”, são “as suas emoções contidas”, isso que é a doença e nenhum médico aqui no planeta terra sabe como as combater, a única coisa que eles fazem é me atacar, ou seja, combater o sintoma, me calar, me silenciar, me fazer desaparecer. Tornar-me invisível para você não me enxergar.

É bom se você se sentir incomodado por estar lendo isso, deve ser algo assim como um “golpe na sua inteligência”. Está certo se estiver se sentindo frustrado, mas eu posso conduzir o teu processo muito bem e o entendo. De fato, isso faz parte do meu trabalho, não precisa se preocupar. A boa notícia é que depende de você não precisar mais de mim, depende totalmente de você analisar o que tento lhe dizer, o que tento prevenir.

Quando eu, “o sintoma” apareço na sua vida, não é para lhe cumprimentar, é para lhe avisar que uma emoção contida no seu corpo, deve ser analisada e resolvida para não ficar doente. Deveria se perguntar a si mesmo: “por que apareceu esse sintoma na minha vida”, “que pretende me alertar”? Por que está aparecendo esse sintoma agora?

Que devo mudar em mim?

Se você deixar essas perguntas apenas para sua mente, as respostas não vão levar você além do que já vem acontecendo há anos. Deve perguntar também ao seu inconsciente, ao seu coração, às suas emoções.

Por favor, quando eu aparecer no seu corpo, antes de procurar um médico para me adormecer, analise o que tento lhe dizer, verdadeiramente, por uma vez na vida, gostaria que o meu excelente trabalho fosse reconhecido e, quanto mais rápido tomar consciência do porquê do aparecimento no seu corpo, mais rápido irei embora.

Aos poucos descobrirá que quanto melhor analisar, menos lhe visitarei. Garanto a você que chegará o dia que não me verá nem me sentirá mais. Conforme atingir esse equilíbrio e perfeição como “analisador” de sua vida, de suas emoções, de suas reações, de sua coerência, não precisará mais consultar um médico ou comprar remédios.

Por favor, me deixe sem trabalho.
Ou você acha que eu gosto do que eu faço?
Convido você para refletir sobre o motivo de minha visita, cada vez que eu apareça.
Deixe de me mostrar para os seus amigos e sua família como se eu fosse um troféu.

Estou farto que você diga:
“Então, continuo com diabetes, sou diabético”.
“Não suporto mais a dor no joelho, não consigo caminhar”.
“Aqui estou eu, sempre com enxaqueca”.

Você acha que eu sou um tesouro do qual não pretende se desapegar jamais.

Meu trabalho é vergonhoso e você deveria sentir vergonha de tanto me elogiar na frente dos outros. Toda vez que isso acontece você na verdade, está dizendo: “Olhem que fraco sou, não consigo analisar, nem compreender o meu próprio corpo, as minhas emoções, não vivo coerentemente, reparem, reparem!”.

Por favor, tome consciência, reflita e aja.

Quanto antes o fizer, mais cedo partirei de sua vida!

Atenciosamente,

O sintoma.”

Autor desconhecido.
http://www.psicologiasdobrasil.com.br/

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PRECISAMOS DO PERDÃO E NÃO PODEMOS VIVER SEM ELE!

Fotolia_68512689_Subscription_XXLTodos nós algum dia ferimos ou fomos ferido por alguém. Com certeza, isso nos causou muita dor e profunda tristeza, deixando nosso coração cheio de amargura e mágoa. Aprendemos nos Passos 08 e 09 que precisamos da GRAÇA de Deus para perdoar a quem nos feriram e que isso deve ser feito SEMPRE.

O verdadeiro perdão é impossível sem Deus. Uma vez que, na essência, o perdão é uma dádiva que oferecemos a quem não merece, ninguém possui a graça, a força ou a coragem necessária para oferecer tal dádiva a menos que seja capacitado por Deus. Assim, para perdoar, precisamos desesperadamente da ajuda de Deus.

  • O perdão não diz respeito a você.
  • Também não diz respeito a quem o feriu tão profundamente.
  • O perdão se refere a Deus.
  • Perdoamos porque Deus nos perdoou.
  • Perdoamos porque Deus ordenou que perdoássemos.
  • Perdoamos porque Deus nos deu forças para perdoar.
  • Perdoamos porque Deus se encarregará de julgar a outra pessoa.
  • Perdoamos porque Deus é muito mais importante para nós que viver com raiva.
  • Perdoamos porque Deus é muito mais importante que a dor que sentimos.
  • Perdoamos porque podemos confiar que Deus fará o que é certo.
  • Perdoamos porque Deus é Deus, e nós não.

 

C.S.Lewis, um escritor, diz “ Todos consideram o perdão uma ideia muito bonita até precisarem perdoar alguém”. É verdade! Porque queremos justificar a nossa dor e condenar o ofensor. O fato é que precisamos do perdão, porque somos pecadores que tentam mudar as regras para fugir da culpa. E, uma vez que as regras não podem ser alteradas, nosso interior se transforma numa grande confusão. A Bíblia diz em Isaias 55:7 “Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar”.

Volte-se para o Senhor e encontrará a misericórdia e perdão. O perdão é fundamentalmente uma decisão interior de recusar-se a viver no passado. É uma escolha consciente para que você possa ser liberto. Não nega a dor nem muda o passado, mas rompe o ciclo de amargura que o prende às feridas causadas a você. O perdão permite deixar o passado para trás e avançar livre para o futuro.

 

Extraído e adaptado do livro: O Poder Terapêutico do Perdão.