Igreja Batista Central de Fortaleza


Amar a Deus, amar uns aos outros e proclamar Jesus


PERGUNTAS FREQUENTES:

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Qual é o objetivo de um Grupo de Relacionamentos?

  • Viver a MISSÃO de forma equilibrada, em seus três aspectos: em direção a Deus (AMAR), em direção ao outro (RELACIONAR) e em direção ao perdido (PROCLAMAR).
  • TREINAR líderes, esta é uma prioridade de todo líder de Grupo de Relacionamentos . O alcance da missão é limitado ou potencializado pela capacidade de gerar novos líderes. 

O que é um Grupo de Relacionamentos aberto?

  • É um grupo que decide não se restringir quanto a faixa etária, sexo ou número de participantes.
  • É um grupo flexível na inclusão de novas pessoas.
  • É um grupo intencional no acolhimento de descrentes, novos convertidos ou crentes da IBC que ainda não estão em um Grupo.

Qual é o propósito de abrir os grupos?

  • Cumprir a missão de AMAR, RELACIONAR e PROCLAMAR; intencional e apaixonadamente.
  • Facilitar a integração de pessoas de forma natural, de acordo com a rede de relacionamentos de cada pessoa do grupo pequeno.
  • Tirar todas as barreiras para que uma pessoa possa experimentar a vida em um Grupo de Relacionamentos.
  • Ajudar o grupo a se tornar mais Cristocêntrico e menos egocêntrico,  o foco maior passa a ser o cumprimento da MISSÃO e não  a partilha de problemas e a mutualidade.

Todos os grupos precisam ter um perfil aberto?

  • O líder, juntamente com o seu grupo, vai definir que tipo de perfil o grupo terá.
  • Um grupo poderá continuar tendo um perfil fixo, definido por faixa etária, sexo ou interesse. (casais, homens solteiros, mulheres casadas, etc)
  • Quando da multiplicação,  o novo líder, juntamente com o seu novo grupo, definirá que tipo de grupo desejam ser, um grupo aberto ou definido por alguns parâmetros.

“Abri meu Grupo, e agora?”

Como ficarão as Redes?

  • As redes se tornam flexíveis, não ficando restritas ao “ajuntamento” de grupos de acordo com a faixa etária ou sexo dos participantes. (A exceção são os grupos que acontecem durante o Geração Futuro, que continuarão definidos por faixa etária e sexo. Mas as crianças poderão também fazer parte do grupo de relacionamentos dos seus pais).
  • Com o passar do tempo, a flexibilização das redes, nos levará de “REDES” para “REDE”. Este é um processo de mudança que acontecerá gradativamente, mas que acabará gerando uma nova matriz de liderança.
  • Durante o processo de transição a atual estrutura permanece.

Como ficará a diaconia?

  • Com as mudanças na matriz de liderança, são necessárias também mudanças na matriz funcional.
  • A diaconia também passa por um processo de transição, se ajustando para melhor servir a Igreja, sendo responsável por todos os programas da rotina da Igreja e novos projetos que visam alcançar a MISSÃO.

Onde posso encontrar orientação e suporte? Eu me reporto a quem?

  • Cada discípulo (UM) é responsável pelo seu crescimento na fé, pela sua caminhada cristã e pela busca do aprendizado diário na medida que anda com Deus e na presença de Deus, mas recebe apoio e estímulo para o crescimento na interação do contexto familiar da prestação de contas, do discipulado que caracteriza a dinâmica do Grupo Pequeno (ALGUNS), assim como é responsável pela participação nas ações de celebração e serviço do Grande Ajuntamento (MUITOS) – cultos, CR, acampamentos, retiros, sábado da liderança, 10:10, Geração Futuro, etc.
  • submissão mútua (Ef 5:21) é um princípio norteador crucial, que promove um ambiente de prestação de contas entre a liderança. Nenhum líder deve andar sozinho, estar isolado ou longe de seus pares. Todo líder de Grupo de Relacionamentos deve ter alguém a quem prestar contas, receber orientação e suporte.
  • Oriente-se
    • Se você decidir NÃO ABRIR seu GR : Continue caminhando junto às pessoas com as quais já tem vínculos de prestação de contas.
    • Se você decidir ABRIR seu GR:Continue caminhando junto às pessoas com as quais já tem vínculos de prestação de contas.
    • Se você INICIAR um NOVO GR ABERTO: Procure uma pessoa para prestar contas que tenha maturidade e liderança reconhecida (atuais líderes de GR maduros ou diaconia)
  • É importante que o prestador de contas seja alguém fora do seu próprio grupo, alguém com maturidade espiritual e experiência na condução de um grupo de relacionamentos.
  • Após uma multiplicação, sugere-se que a pessoa que lidera o grupo de relacionamentos, do qual a nova liderança surgiu, acompanhe a caminhada do novo líder, sendo seu prestador de contas e oferecendo a ele suporte. Mas, o novo líder pode procurar também uma outra pessoa para prestar contas, que tenha maturidade e liderança reconhecida(atuais líderes de GR maduros ou diaconia).
  • O Sábado da Liderança é também um momento onde todos os líderes recebem visão e direção, é muito importante priorizar a participação para se manter “ligado”.

Quando multiplicar?

  • A multiplicação deve ser um valor em todos os grupos de relacionamentos, implantado no DNA do grupo desde o seu início.
  • Fatores importantes para a multiplicação: inclusão de novas pessoas e aprendiz(es) treinado(s). Por isso, investir no treinamento de novos líderes deve ser o principal alvo do líder de grupo de relacionamentos.
  • A multiplicação deve ocorrer em torno de um ano após o início do GR, pois este tempo é suficiente para preparar o(s) aprendiz(es), incluir novos membros e consolidar os relacionamentos. Mas, não existe uma regra definida quanto a questão do tempo certo para a multiplicação.

Haverá cadastro?

  • É importante fazer o cadastro do grupo.
  • O cadastro permite o contato com o líder e fortalece a cultura de submissão mútua.
  • O cadastro continua sendo feito através do site ou na secretaria da Igreja (maiores informações sobre o cadastro dos grupo de relacionamentos no telefone 3444-3600)

Grupos de adolescentes podem ser mistos (moças e rapazes)?

  • Se o grupo for misto, sugere-se que haja um homem e uma mulher maduros que facilitem o grupo.
  • Esteja atento ao envolvimento emocional entre adolescentes e comportamento inadequado de adultos.

Mulheres poderão liderar grupos abertos?

  • Jesus honrou, ensinou e amou as mulheres, e as incluiu em posições vitais em seu ministério.
  • Homens e mulheres são parceiros juntos em cada área do ministério. Todos os ministérios da igreja estão abertos para todos os homens e mulheres qualificados com exceção ao cargo de presbítero/pastor, o qual a Bíblia exige que seja um cargo somente masculino. As mulheres podem servir como diaconisas, professoras, dirigir louvor, estar no ministério sustentado de tempo integral, etc.
  • Paulo proíbe às mulheres de ensinarem (o que inclui pregar, porque isso é uma responsabilidade do presbítero – I Tm 5:17) e exercerem autoridade (como aplicar a disciplina ou estabelecer doutrina).
  • Em um grupo aberto sugere-se que haja um homem e uma mulher que facilitem o grupo. Enquanto não houver um homem (espiritualmente maduro) que possa assumir/dividir a liderança do grupo, o grupo caminha normalmente.

E o cuidado com os novos convertidos?

  • A “bebê na fé” nasce com a capacidade de entender, absorver, deglutir e ter suas funções normais de absorção do alimento, por isso, ainda que por um tempo ele precise de tutela, discipulado mais próximo, isso cabe àquele que o conduziu a Cristo, sem no entanto ser essa pessoa o responsável pelo desenvolvimento do novo convertido. Como numa família, todos se engajam no auxílio da criança, enquanto ela mesma se desenvolve no aprendizado pessoal.
  • A ação do Espírito Santo contempla o contexto relacional do Corpo de Cristo, onde o novo discípulo estabelece vínculos, recebe apoio e encorajamento, e imita os discípulos mais experientes; que também estão na prática do discipulado.
  • De forma prática, o grupo pode usar o material do “Conhecer” para os primeiros passos na vida cristã do novo convertido. (Dicas práticas no livreto Conhecer – páginas 95 e 98)

Pessoas de outras igrejas podem participar?

  • Na IBC, cremos que, quando uma pessoa é alcançada para Cristo, ela deve imediatamente ser mergulhada numa comunidade local. Partindo desse pressuposto, tentamos ao máximo evitar a transferência de crentes de outras igrejas. Cada pedido de transferência é estudado e a liderança da igreja de origem é consultada. Explicado o motivo a pessoa é aceita no rol de membros.
  • Sugerimos que pessoas de outras igrejas somente participem de um grupo de relacionamentos na IBC se elas estão em processo de transferência. Nosso alvo maior é receber pessoas não crentes e cumprir a Missão (Amar, Relacionar e Proclamar).

Como faço para ‘abrir meus problemas’ num GR ABERTO?

  • Na busca de viver a vida cristã de forma honesta e transparente (embora não perfeita), os relacionamentos num GR tem um papel fundamental. Entretanto, vale lembrar que a reunião do GR não é o único momento para compartilhar as lutas, problemas e dificuldades. O GR é, antes de tudo, uma rede de relacional que vai além da reunião e, portanto, outros momentos podem ser até mais adequados para compartilhar suas lutas; seja com qualquer membro do grupo ou mesmo com a liderança.

Como será o processo de disciplina?

  • Na IBC seguimos os passos de Mateus 18:15-17, sendo que a abordagem preliminar ao(à) irmão(ã) em pecado compete a todo crente que tiver conhecimento do erro (Gálatas 6:1-3). Tratamos todo e qualquer pecado com amor e firmeza, conforme os critérios bíblicos (I Coríntios 5:1-13). À congregação cabe a exortação mútua, a obediência e o respeito aos líderes espirituais (Hebreus 13:17). Toda disciplina na Igreja tem como objetivo maior a restauração da pessoa e seu pronto retorno à comunhão, assim que houver sinais claros de arrependimento diante de Deus e dos irmãos, tudo para glória de Jesus Cristo.
  • Na Igreja Batista Central, baseados em Mateus 18, adotamos os seguintes passos em relação à disciplina:

Passo 1. Tratar individualmente

  • Ao tomar conhecimento do pecado do(a) irmão(ã), trate pessoalmente e em particular, confrontando em amor.

Passo 2. Tratar com testemunhas

  • Se ele(a) insistir no pecado ou não expressar arrependimento, confronte-o(a) novamente, agora com duas ou três pessoas espiritualmente maduras (confira Mateus 18:16; Deuteronômio19:15). Visando melhor acompanhamento e cobertura espiritual, recomenda-se que uma dessas pessoas seja o(a) próprio(a) líder de GR do(a) confrontado(a). O prosseguimento ao passo seguinte deve resultar da unanimidade entre as pessoas que estão tratando o caso em questão.

Passo 3. Tratar no Grupo de Relacionamentos

  • Após o passo 2, se a pessoa não expressar visível arrependimento, o caso será levado diante da Igreja, representada pelo grupo de relacionamentos. Diante dessas testemunhas a pessoa tem mais uma chance de expressar seu arrependimento. Caso contrário e com o conhecimento dos pastores, o caso prossegue para sacramentar a exclusão da Igreja (confira Mateus 18:17; 1 Timóteo 5:20).

Passo 4. Exclusão

  • Em estado de rebeldia a pessoa deverá ser afastada da comunhão e considerada como alguém que decidiu andar fora do Corpo de Cristo. A decisão de excluir compete ao líder juntamente com os pastores, o que será informado à congregação, no momento oportuno (Sábado da liderança). A exclusão indica afastamento compulsório da comunhão do Corpo visível de Cristo no âmbito do grande e do pequeno ajuntamentos (confira Mateus 18:17; 1 Coríntios 5:5; 1 Timóteo 1:20; 2 Tessalonicenses 3:14,15). Nenhuma pessoa dis­ciplinada perde sua condição de salvo em Cristo Jesus, mas, como filho rebelde, é submetido à disciplina do Pai que usará seus meios para levá-lo ao arrependimento.

Passo 5. Relacionamento após exclusão

  • Se, mesmo após a exclusão, a pessoa continuar em pecado, embora tristes, podemos ficar em paz sobre dois detalhes: foram seguidas as orientações bíblicas sobre a questão e foi exercido o amor que se preocupa a ponto de confrontar o erro e confiar que o Pai comple­tará a disciplina dos filhos à Sua maneira. Com o desobediente não podemos manter comunhão ou aceitar no grande ou Grupo de Relacionamentos como se nada tivesse acontecido, a não ser para manifestar arrependimento.
  • Não há pressa para conduzir a disciplina de alguém até sua última etapa. Pelo contrário, como a intenção é restaurar, esse processo é conduzido com paciência, amor e espírito manso. A advertência amorosa visa à restauração e não deve ser precipitada. Além disso, deve cumprir o papel de exortar e animar para a correção (2 Ts 3:14-15; Tt 3:10-11).

Como será o programa contínuo de capacitação?

  • Atualmente (e continuará sendo):
  • Para o líder de GR os principais ambiente de capacitação são o Sábado da Liderança, os Treinamentos de Líderes e os encontros com o prestador de contas.
  • Para os membros, o Grupo de Relacionamentos, o Retiro Ser Novo, o CR, as classes de noivos, cultos, acampamentos, Atitude 434, encontrão de Jovens, Espaço Radical, etc. são ambientes de capacitação.
  • Apontando para o futuro:
  • Reformulação do processo, contexto, método e estrutura de formação de liderança.
  • Formação de grupos de treinamento para multiplicação de liderança.
  • Ajustes gradativos na matriz de liderança (e funcional)
  • Mentoreamento e prestação de contas

Como mudar de um Grupo de Relacionamentos  para outro?

  • No caso de uma pessoa querer mudar de grupo, ela deve conversar abertamente com os seus atuais líderes sobre a mudança.
  • Ao receber pessoas que chegam de outros grupos a identificação do motivo da saída do grupo de origem é fundamental para que se evite, a todo custo, questões não, ou mal, resolvidas. O líder do grupo de relacionamentos entra em contato com o líder do grupo de origem da pessoa para que seja preservada a comunhão e a perfeita harmonia entre os irmãos. Se houver qualquer problema de relacionamento não resolvido, é necessário que seja tratado antes da mudança de grupo.

Como aconselhar em uma situação na qual não tenho experiência?

  • Como um líder de grupo de relacionamentos, é esperado que você dê suporte e encorajamento aos demais membros do seu grupo. Entretanto, você não é treinado para ser um conselheiro profissional, então você não deverá assumir este papel.
  • A sua responsabilidade é promover oportunidades para seus membros receberem o cuidado apropriado que precisam. Existe situações que podem requerer ajuda especializada, como: problemas conjugais sérios, história passada de abuso, vícios, distúrbios emocionais severos, perturbações ou distúrbios mentais. Nestes casos peça ajuda de outros líderes mais maduros e experientes ou encaminhe para ajuda profissional.
  • Frequentemente os líderes se sentem na obrigação de atender todas as necessidades de seus membros e quando falham, sentem-se culpados. Conte com a ajuda de outros membros do seu grupo para suprir as necessidades dos membros ou de outros líderes de grupo de relacionamentos. Deixe o time trabalhar em conjunto! Juntos vocês podem trabalhar uma “estratégia de cuidado” para as necessidades particulares do caso que você esteja tratando.
  • Você também pode contar com o programa Celebrando Restauração, encaminhando a pessoa para participar de um Grupo de Apoio.

Durante esse processo de “atualização”, ao quê eu preciso atentar para não perder o “rumo”?

  • Abrace a insegurança dos “ajustes” e confie na direção que Deus está dando. Dependa de Deus e não da segurança de ter tudo sob controle e ter todas as respostas.
  • Mantenha uma atitude humildade para aprender com todo o processo
  • Equilibre a PROCLAMAÇÃO e a EDIFICAÇÃO.
  • Todos estamos na busca de sermos discípulos que fazem discípulos.
  • Reconhecer a importância da Formação de liderança
  • Diminuir as atividades ministeriais para dar foco ao que é essencial. Ir mais devagar para ganhar velocidade a longo prazo.