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CAMINHO DE RESTAURAÇÃO: DO MÍNIMO PARA O MUITO

CAMINHO DE RESTAURAÇÃO: DO MÍNIMO PARA O MUITO

Muitas pessoas, mesmo vivendo a fé cristã e suas verdades, parecem que não conseguem deixar a “terra do mínimo”. Nunca vão, além disso. Apenas equilibram dias bons e ruins, alegrias e tristezas, positivo e negativo, acertos  e erros. Vivem vidas pequenas e não a vida abundante, cheia de sanidade, alegria e de paz que Deus tem para elas.

Mas Deus deseja que vivamos na “terra do muito” (Deuteronômio 8:7-9). Mas apenas algumas pessoas entram no melhor do que Deus providenciou para elas através de Jesus Cristo, enquanto a maioria mal consegue sobreviver e não tem sanidade, alegria e paz. Elas lutam e se esforçam, ouvindo falar sobre um futuro melhor, onde estarão livres de suas compulsões, traumas e maus hábitos que as escravizam, onde não podem “fixar residência”.

Por isso, tenha coragem, inicie a caminhada dos 12 Passos, percorrendo o caminho de restauração até a Terra Prometida. Lembre-se que Deus tem abundância para você, e decida-se a viver a vida maravilhosa que Ele preparou para que você vivesse.

O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. João 10:10

Adaptado de Aplicação para a vida, Bíblia de Estudo Joyce Meyer, pag. 223
Por Síria Giovenardi

EU SEI,MAS NÃO DEVIA

EU SEI,MAS NÃO DEVIA

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz.

E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem.
E, a saber, que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes.
A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar-condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma. (Marina Colasanti)

Inspirado neste texto, em julho  será especial, repleto de reflexões sobre nossos comportamentos cotidianos.
Quantas foram as vezes que pensamos em fazer o que é certo, mas não fazemos? Não perca! Aproveite e traga alguém.

30/ junho – Comer mais do que preciso!
03 e 07/julho – Dizer sim, quando deveria dizer não!
10 e 14/julho – Me alimentar de pornografia!
17 e 21/ julho – Ficar isolado!
24 e 28/ julho – Gritar e perder o controle!

A participação é gratuita e aberta ao público.
Confira os endereços abaixo:
Segunda-feira às 19h30 – Rua do Cruzeiro, 401 – Ancuri
Sexta-feira às 19h30 – Rua Professor Gonçalves, 225 – Dionísio Torres (Colégio Kerigma)

AMOR, SEXO E COMPULSÃO

O sexo pode se tornar uma compulsão sexual ou emocional relacionada com atividades ou relacionamentos sexuais que progressivamente se tornam destrutivos, comprometendo o senso de valor da pessoa, estudos, trabalho, relacionamento, família e, inclusive, a capacidade de estabelecer relacionamentos saudáveis com as pessoas.

Esta compulsão é conhecida como DEPENDÊNCIA DE AMOR E SEXO. Segundo a literatura DASA, “a dependência de amor e sexo é uma doença progressiva que não pode ser curada, mas, como várias outras doenças, pode ser detida. Ela pode tomar várias formas – incluindo (sem limitar-se a) uma necessidade compulsiva por sexo, dependência extrema de uma pessoa (ou várias) e ou preocupação crônica com romance, flerte ou fantasia. A dependência de amor e sexo leva a consequências cada vez piores se não for cuidada a tempo.” Ela escraviza e torna infelizes homens e mulheres indiscriminadamente, embora de forma diferente.

Nos homens — naturalmente mais estimulados visualmente e constantemente expostos a imagens sensuais na televisão, internet, revistas, filmes — a compulsão caracteriza-se pela luxúria, busca pelo prazer e pela satisfação do desejo a qualquer preço e envolvimento com pornografia.

Nas mulheres, a compulsão sexual caracteriza-se pela dependência extrema de uma pessoa (ou várias) e preocupação crônica com romance, flerte ou fantasia.

O anseio legítimo de ser amada, quando comprometido pela ansiedade pode levar a mulher a usar sua sexualidade de forma inadequada, envolvendo-se em relacionamentos disfuncionais e nocivos para si mesmas. Por trás deste comportamento tão destrutivo está uma mulher insegura, carente e com baixa autoestima, desejosa de ter um relacionamento profundo com alguém para ser amada total e exclusivamente. Mas é possível viver o sexo de forma saudável e, principalmente, restabelecer a conexão perdida com o AMOR, de forma que o relacionamento entre um homem e uma mulher seja sadio, propiciando genuína intimidade, um verdadeiro encontro onde ambos tenham satisfeitos seus mais profundos anseios, não só de satisfação do desejo sexual, mas de compreensão, respeito, romance, companheirismo, amizade, compromisso com o bem-estar do outro, como era o plano original de Deus, cantado por Salomão à sua amada Sulamita, no livro de Cantares, ele diz:“Como és formosa, querida minha, … Como são deliciosas as suas carícias, minha namorada, minha noiva! O seu amor é melhor do que o vinho; o seu perfume é o mais agradável que existe (4: 1,9,10). Ela diz: Beija-me com os beijos de tua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho. Eu sou do meu amado, e ele me quer. (1:2 e 7:10)

E há muito mais paixão e amor nos oito capítulos de Cantares. Fica aqui o desafio para que você o leia na íntegra. E se você precisa de ajuda nesta área, no Celebrando Restauração temos grupos de apoio para homens e mulheres que lutam com dependência de amor e sexo e desejam escapar da imoralidade sexual para viver a plenitude do amor.

Onde nos Reunimos

CR PEDRAS
Toda segunda-feira, das 19:30 as 21:30 horasLocal: Tenda da Igreja Batista Central
Rua do Cruzeiro, 401 – entroncamento do anel viário e BR 116
Bairro: Pedras
Fone: (85) 3444-3635
E-mail: [email protected]
CR DENDÊ
Toda quinta-feira,das 19:30 as 21:30 horas
Local : Rua do Coqueiros, 29
Bairro : Edson Queiroz
Fone: (85) 3444-3635
E-mail: [email protected]
CR CENTRAL
Toda sexta feira, das 19:30 as 21:30 horas
Local: Colégio Kerigma
Rua Professor Francisco Gonçalves,225 – por trás da Distrivídeo da Av. Antonio Sales
Bairro: Dionísio Torres
Fone: (85) 3444-3635
E-mail: [email protected]

DROGADIÇÃO

A dependência de drogas afeta seriamente a saúde da pessoa, provocando doenças físicas, emocionais e mentais graves, podendo levar a morte. Ela também afeta sua capacidade de estudo e trabalho, e seus relacionamentos. Se você tem pouco ou nenhum controle, e não consegue deixar de usar por mais que se esforce, pode estar desenvolvendo a doença da dependência química.

Identifique se o uso de drogas está fora de controle em sua vida, respondendo ao questionário abaixo.

  • Já tentou parar por uma semana (ou mais), sem conseguir atingir seu  objetivo?
  • Ressente-se com os conselhos dos outros que tentam fazê-lo parar de usar?
  • Já tentou controlar sua dependência, trocando uma droga por outra?
  • Nos últimos doze meses, usou drogas logo pela manhã para se sentir melhor?
  • Usou drogas para se manter acordado e ligado? Ou para se divertir?
  • Inveja as pessoas que usam drogas sem criar problemas?
  • Sua dependência vem se tornando cada vez mais séria nos últimos doze meses?
  • A droga já criou problemas no seu lar?
  • Nas reuniões sociais onde as drogas não são aceitas socialmente?
  • Apesar de prova em contrário, você continua afirmando que só usa quando quer e para quando quer?
  • Faltou  a escola/serviço, durante os últimos doze meses, por causa das  drogas?
  • Já experimentou perda de consciência após o uso?
  • Já pensou alguma vez que sua vida poderia ser muito melhor sem as drogas?Se você respondeu “sim” a 4 ou mais destas doze perguntas, provavelmente você tem um problema  sério de dependência química, ou poderá tê-lo no   futuro.

(Fonte: Narcóticos Anônimos)

 

IRA

A ira é uma emoção básica dada por Deus.
A ira pode ser CONSTRUTIVA  ou DESTRUTIVA,  depende da sua resposta.
Sentir IRA não significa que somos maus.
Criamos uma falsa crença de que não podemos buscar a Deus para buscar dEle conforto, forças e direção quando ficamos irados. Nos  sentimos indignos de receber Sua ajuda e amor. Alguns sentem prazer momentâneo ao estravazar a sua ira e não percebem que no processo ferem a si mesmos e a outros.
A IRA se manifesta de diferentes maneiras:

  • Acessos de raiva – bater a porta, gritar, jogar coisas, …
  • Engolir a ira – ignorar o sentimento ficando em silêncio, mas guardando no coração

Diante da IRA podemos achar que ela é justificada por causa das ações do objeto da nossa ira.Por exemplo: Se ela não tivesse falado comigo deste jeito….Ele merece o que estou  fazendo porque….
Devemos aprender a usar a IRA de uma maneira apropriada .
O que faço com meus sentimos é que pode se tornar um problema ou pecado.

Pessoas que facilmente se irritam, perdem o controle e reagem de forma agressiva, prejudicando a si mesmas e seu relacionamento com outras pessoas, enfrentam dificuldades de lidar de forma saudável com a ira e a raiva.

Identifique se a maneira de você lidar com sentimentos de ira/raiva não são saudáveis, respondendo ao questionário abaixo.

  • Perco a paciência quando as coisas não acontecem do jeito que eu quero.
  • Fico irritado quando as pessoas não concordam com minhas opiniões.
  • Quando estou aborrecido com alguém sou agressivo ou ignoro essa pessoa.
  • Facilmente me chateio quando amigos ou familiares não se mostram sensíveis às minhas necessidades.
  • Fico sempre frustrado quando as coisas não saem como eu quero.
  • Costumo alterar o tom de voz e sou mais agressivo, quando converso sobre assuntos polêmicos.
  • Fico aborrecido quando sou repreendido ou recebo críticas.
  • Tenho dificuldade  de perdoar ofensas e mágoas sofridas.
  • Quando alguém está me criticando ou falando algo injusto ou equivocado sobre mim, fico pensando na resposta, enquanto a pessoa ainda está falando.
  • Fico irritado e agressivo, mesmo quando estou participando de um jogo só por diversão.
  • Quando as coisas estão difíceis e estou diante de dificuldades e problemas, fico emocionalmente perturbado e instável.
  • Com alguma frequência, costumo usar de ironia ou sarcasmo para expressar minha insatisfação com alguém.
  • Posso ser amável com outros, ainda que por dentro esteja me sentindo amargurado e frustrado.

Se você respondeu “sim” a 6 ou mais destas perguntas, indica a dificuldade de lidar de forma saudável com a ira/raiva.

(Adaptado do “The ANgerWorkbook”, DrLes Carter e Frank Minirth)

No Celebrando Restauração temos Grupo de Apoio para pessoas que buscam ajuda nesta área.
A participação é gratuita e  não é necessário fazer inscrição.

Conheça nossos endereços:

CR PEDRAS
Toda segunda-feira, das 19:30 as 21:30 horas
Local: Tenda da Igreja Batista Central
Rua do Cruzeiro, 401 – entroncamento do anel viário e BR 116
Bairro: Pedras
CR DENDÊ
Toda quinta-feira,das 19:30 as 21:30 horas
Local : Rua do Coqueiro,29
Bairro : Edson Queiroz
CR CENTRAL
Toda sexta feira, das 19:30 as 21:30 horas
Local: Colégio Kerigma
Rua Professor Francisco Gonçalves,225 – por trás da Distrivídeo da Av. Antonio Sales
Bairro: Dionísio Torres