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Todo mundo é grato por opinião. Mas será que é de fato?
A gratidão pode ser uma atitude automática, que flui naturalmente. Ao sair do táxi, ao recebermos o cafezinho, quando alguém nos dá licença, temos oportunidade de agradecer e pessoas dotadas de espírito de gratidão não deixam passar essas ocasiões, enquanto outras se mostram desatentas ou apressadas demais para esses detalhes.
Agradecemos por educação, porque fomos treinados para isso desde cedo; ou quando nos sentimos realmente inspirados para tanto. Há ocasiões em que simplesmente nos alegramos por algum bem feito a nós ou, em nível mais profundo, quando sentimos o dever de retribuição por esse bem feito a nós. Isso é ótimo.
Mas, por vezes ficamos bloqueados e a gratidão só vem a fórceps, principalmente quando as dificuldades parecem falar mais alto do que as coisas boas que nos acontecem. Então, tendemos a cair na lamentação e murmuração, ficamos de mau humor e caímos na autocomiseração e de tão cansados e calejados que ficaram os nossos joelhos achamos que Deus parou de ouvir a nossa oração.
Nessas horas, Deus costuma colocar ao nosso lado pessoas que estão sofrendo mais do que nós, para que aprendamos a sair de nosso emsimesmamento. E quando percebemos o quanto essas pessoas nos ajudam a agradecer, mesmo em meio a dificuldades, começamos a vislumbrar o sentido do nosso próprio sofrimento, uma vez que um dia poderemos ajudar a outros que sofrem menos do que nós. Compreende o ciclo virtuoso?
“Reclamei de não ter sapatos até que vi quem não tinha pés”
A gratidão nos aproxima da teoria da relatividade, pois tudo é uma questão de proporção. Há a frase que costumo recitar de não lembro quem, que dizia: “Reclamei de não ter sapatos até que vi quem não tinha pés”. É verdade, ficamos gratos quanto mais observamos a miséria dos outros. E, como disse, um dia poderemos deixar alguém grato por não estar passando a miséria que já passamos.
Mas será que a gratidão tem apenas essa dimensão relativa, negativa, de olhar para o que não se tem para se ficar grato pelo que se tem, ou será que ela também abarca uma dimensão positiva, proativa? Penso que sim, que ser grato não significa apenas olhar para quem tem menos do que eu, mas também para o potencial de bem que há nas coisas que nos rodeiam. Portanto, a gratidão engloba a capacidade de ver as coisas que ainda não aconteceram, que estão em potencial, o que é a definição de fé:
Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem. (Hb 11.1).
Uma criança mimada facilmente se torna uma pessoa ingrata
E a gratidão muda a forma como você pede as coisas para Deus. Há duas formas de vir a Deus com um pedido de oração: como quem está pedindo uma esmola pelo amor de Deus, e como quem está esperando uma migalha cair da mesa do seu Senhor, porque sabe que a mesa do Senhor é farta. Veja: a diferença é sutil, mas libertadora. Quem pede esmola fica desesperado com os centavos e quer mais. Quem espera as migalhas, esperará contente porque sabe que a migalha faz parte de uma fartura que não tem tamanho e agradecerá por ela, mesmo antes de pô-la na boca.
Assim é a oração daquele que tem fé: não como de uma criança mimada que quer porque quer o novo brinquedo, mas como da criança que confia nos seus pais, que eles terão o melhor para ela, mesmo que não seja aquele brinquedo exato que ela desejava, e que, ao pedir já está agradecendo a bênção que receberá, seja ela qual for.
C.S. Lewis e a gratidão
Então, a gratidão é, ao mesmo tempo, algo espontâneo e algo adquirido: espontâneo pela educação e pelo espírito de gratidão; e adquirido, pelo mesmo espirito de gratidão e pela disposição de agradecer mesmo quando não se está vendo o fruto da oração. C.S. Lewis defendia a ideia do “bom contágio”. De que, mesmo quando não estamos a fim de fazer alguma coisa pelas nossas emoções subjetivas, se o fizermos por uma decisão deliberada da nossa vontade, que pode parecer forçada de início, essa coisa se torna parte de nós e se afeiçoa à nossa face.
Nesse contexto, Lewis menciona aquele mito do rei que era tão feio que usava uma máscara para conversar com os seus súditos, que não suportavam olhar para ele. Com o tempo, o rei decidiu que era hora de ele assumir o seu verdadeiro rosto, pois já havia conquistado a simpatia do povo. E qual não foi a sua surpresa quando ele tirou a máscara: percebeu que seu rosto havia se amoldado a ela.
A ordem, portanto, é ser grato/grata como questão de fato, e não de opinião, mesmo quando não se está a fim e aparentemente não tem motivos para agradecer, que no fim, seremos mais belos e mais felizes do que os ingratos podem sonhar em ser.
Por Gabriele Greggersen
Texto original: http://www.ultimato.com.br/conteudo/o-que-te-torna-grato
A gratidão é muito importante no processo de restauração. Se você parar e pensar, Deus já fez muitas coisas em sua vida, porque ele é quem está trabalhando em nosso processo de restauração, e isso também nos dá a oportunidade de dizer a outros o que Deus tem feito por nós e é Ele quem merece todo mérito e adoração.
Coração acelerado, náuseas, desconforto estomacal e tremores são alguns sintomas de um ataque de ansiedade. Os ataques de ansiedade podem ser assustadores, portanto, é útil saber que você pode limitá-los quando eles ocorrerem. Este artigo listará algumas técnicas que podem ser usadas para você se acalmar.
- Pratique a respiração profunda. Caso esteja sofrendo de um ataque de pânico, é possível que você esteja começando a hiperventilar. Mesmo que não esteja, respirar profundamente pode ajudá-lo a reduzir o estresse e a fornecer oxigênio ao cérebro para aumentar o foco. Tente dar, no mínimo, 8 respiradas profundas por minuto. Demore 4 segundos para inalar, prenda a respiração por 2-3 segundos e demore outros 4 segundos para soltar o ar.
- Se você estiver respirando rápido demais para começar a respirar profundamente, use um saco de papel pardo para desacelerar seu ritmo respiratório. Segure-o sobre sua boca enquanto respira, desacelerando a respiração progressivamente. Desacelere até poder começar seus exercícios de respiração profunda.
- Continue a respirar profundamente por vários minutos até poder notar uma diferença em seu relaxamento muscular e na sua clareza de pensamentos.
- Use diversões cognitivas. Se você estiver no meio de um ataque de ansiedade, distraia sua mente através de diferentes diversões mentais. Por exemplo, conte os números ímpares de 100 a 0, diga o nome de todos os presidentes do Brasil ou declame seu poema (ou canção) predileto. Force-se a fazer uma (ou várias) dessas técnicas até se acalmar um pouco.
- Pratique o relaxamento muscular progressivo. Este é o processo de desacelerar através do corpo e de retesar e relaxar cada grupo muscular. Isso tem duas finalidades: lhe força a se concentrar em algo que não seja seu medo e simultaneamente relaxa seus músculos. Comece com os músculos no rosto e vá descendo até ter relaxado todas as partes do corpo.
- Retese o grupo muscular por dez segundos – em seguida, libere a pressão. Você pode fazer isso com o mesmo grupo muscular diversas vezes. Ainda assim, fazê-lo uma vez deve bastar.
- Grupos musculares grandes que podem ser retesados e relaxados incluem: mandíbula, sua boca (carranca/relaxamento), braços, mãos, estômago, bumbum, coxas, panturrilhas e pés.
- Tente “parar e substituir”. Este é o processo pelo qual você impede seus pensamentos produtores de ansiedade e substitui-os por reflexões que tragam felicidade ou paz. Por exemplo, se você estiver ansioso por conta de uma viagem de avião e não puder parar de pensar no que pode acontecer caso a nave caia, impeça tal pensamento imediatamente e substitua-o ao imaginar como serão suas férias com seus amigos.
- Use imaginação guiada. Pense num lugar em que você se sinta em paz e relaxado: pode ser sua casa, seu ponto de férias predileto ou os braços da pessoa amada. Enquanto pensa nesse lugar, continue adicionando detalhes à cena, de maneira a focar toda a sua mente no campo da imaginação. Sinta-se livre para fazer isso com os olhos fechados ou abertos. Fechar os olhos pode facilitar o processo. Quando sentir que é possível pensar claramente na ansiedade, você pode parar a imaginação guiada.
- Reconheça sua ansiedade. Ainda que deseje reduzir a ansiedade que sente, você não quer ignorá-la. Reconheça que você está com medo. Analise o medo. É um perigo verdadeiro e presente? Provavelmente, você está usando declarações do tipo “e se?” e entrando em pânico com algo que ainda não aconteceu ou que mal pode acontecer. Compreenda que você está sentindo medo, mas que não há nenhum perigo. Retirar o perigo da situação lhe ajudará a relaxar um pouco.
- Escreva seus sentimentos. Se você for suscetível a ataques de pânico, crie um diário para escrever textos que expliquem seus sentimentos. Escreva o que você sente, o que lhe causa medo e por que a ansiedade surgiu. Escrever lhe ajudará a focar seus pensamentos, e reler os textos poderá ajudá-lo a controlar melhor a ansiedade.
- Faça algo. Sentar e ruminar sua ansiedade apenas piorará seu estado e dificultará a superação do pânico. Distraia sua mente e seu corpo ao realizar uma tarefa, ao limpar, ao desenhar, ao ligar para um amigo, enfim, ao fazer qualquer coisa que lhe mantenha ocupado. Preferencialmente, faça algo de que você desfrute como um hobby.
- Use terapia musical. Crie uma playlist com suas músicas preferidas. Elas podem ajudá-lo a relaxar ou a se sentir feliz. Então, se/quando você tiver um ataque de pânico, escute as músicas e se acalme. Use headphones bons, que impeçam a intromissão de barulhos externos, para poder se concentrar apenas na música. Enquanto escuta, foque em diferentes instrumentos, no som e nas letras. Isso o(a) ajudará a parar de pensar em seus medos.
- Faça um pouco de exercício. Fazer com que seu corpo se ative libera endorfinas que são responsáveis pelo aumento da sensação de paz e de felicidade. Vá caminhar ou experimente um pouco de yoga; exercícios leves poderão lhe ajudar a relaxar mais que esportes agressivos ou treinos de resistência.
- Consiga ajuda de um amigo. Se você estiver entrando no mundo da ansiedade e não conseguir sair dele, ligue para um amigo ou membro da família e peça ajuda. Peça para que ele distraia você e analise seu medo para poder superar a sensação de estresse. Se você for suscetível a ataques de ansiedade, ensine aos amigos como eles devem agir durante uma crise sua. Assim, eles o compreenderão e poderão obter ajuda quando preciso.
Jesus e os discípulos chegaram à cidade de Jericó. Quando ele estava saindo da cidade, com os discípulos e uma grande multidão, encontrou um cego chamado Bartimeu, filho de Timeu.
O cego estava sentado na beira do caminho, pedindo esmola. Quando ouviu alguém dizer que era Jesus de Nazaré que estava passando, o cego começou a gritar:
– Jesus, Filho de Davi, tenha pena de mim!
Muitas pessoas o repreenderam e mandaram que ele calasse a boca, mas ele gritava ainda mais:
– Filho de Davi, tenha pena de mim!
Então Jesus parou e disse:
– Chamem o cego.
Eles chamaram e lhe disseram:
– Coragem! Levante-se porque está chamando você!
Então Bartimeu jogou a sua capa para um lado, levantou-se depressa e foi até o lugar onde Jesus estava.
– O que é que você quer que eu faça? – perguntou Jesus.
– Mestre, eu quero ver de novo! – respondeu ele.
– Vá; você está curado porque teve fé! – afirmou Jesus.
No mesmo instante, Bartimeu começou a ver de novo e foi seguindo Jesus pelo caminho. (Marcos 10: 46-52)
Percebo logo no versículo 46 que alguém com um tipo de deficiência acabam tendo um tipo de identidade diferenciada de uma “pessoa comum”; Bartimeu não era apenas Bartimeu, na verdade ele é o cego Bartimeu.
Paro pra pensar que em muito do que sou o que eu faço de certo ou errado (na verdade quase sempre o de errado ou incomum) é o que me caracteriza como parte da minha identidade. Esse era um personagem que não era notado e que vivia à margem da sociedade. Vejo-me, por exemplo, fazendo uma interpretação de um cego que mendigava à beira do caminho onde Jesus passava, e que ele representa bem quem eu era, um cego! Não pela falta de percepção visual e sim pela falta de reconhecimento da pessoa de Jesus, como realmente alguém que existia que pudesse mudar quem eu sou, a fim de que pudesse fazer o verdadeiro milagre em minha vida.
Observo para a cena e vejo que o milagre na verdade não ocorre primeiramente da cura da visão, e sim ocorre de dentro para fora, afinal, Bartimeu teve de estar atento, a ponto de perceber que Jesus estava passando perto, e que ao contrário de Tomé, Bartimeu não teve que ver nada para acreditar que Jesus era o seu Salvador. Isso me faz pensar de como eu muitas vezes pedi a Deus que se mostrasse como algo mais concreto para que eu pudesse realmente acreditar na sua existência e nos planos e projetos que Ele tinha pra mim. Nossa! Eu não tive nem um pouco da fé desse “cego” e não me consideraria nem digno de ser comparado a esse homem com tamanha fé.
Esse homem que mesmo em meio ao desespero de chegar até esse tal Jesus, que até então só tinha ouvido falar, mas que foi capaz de abandonar a zona de conforto e a única manta que lhe restava para então se encontrar com Jesus. Porém, além das dificuldades comuns por ser cego, por estar debilitado, abandonado e talvez até com fome, além disso, havia uma multidão que lutava contra a sua própria voz, o pedindo para que se calasse ou talvez até mesmo empurrando para que dificultasse o encontro com Jesus e que ainda assim ele insistiu, e naquele momento ele teve o primeiro contato físico com Jesus, que mesmo sabendo da sua deficiência, esperou que Bartimeu dissesse o que ele queria que lhe fosse feito e então ele pediu para que pudesse ver, foi quando ele abriu os olhos e a primeira visão que ele teve na sua vida foi a do Filho de Deus.
Bartimeu agora não era o Cego Bartimeu, ele era apena o Bartimeu.
Há um ensinamento nessa passagem que cabe muito ao processo de restauração individual de cada um, e mostra também o peso que cada um leva por suas lutas e seus defeitos de caráter. Geralmente, como pessoas somos julgados por aquilo que as pessoas conseguem ver ou pelo erro que cometemos uma vez na vida, fazendo assim que se perca nossa identidade como ser humano. Se o Fellipe usa drogas, o nome do Fellipe não é mais apenas Fellipe, e sim o Drogado Fellipe. Se o João Faz uso de álcool, o João não é mais apenas o João, ele é o Bêbado João. Geralmente somos julgados e levamos a acreditar que nosso nome vem seguido de um adjetivo ou de um nome que qualifica nossa dor ou pecado. Com Bartimeu não foi diferente, ele não era Bartimeu, ele era o CEGO Bartimeu. O que Jesus quer de mim? Assim como Bartimeu, Jesus nos pergunta no nosso processo de restauração: O que queres que eu te faça? Esse é o primeiro passo, reconhecer e sair da negação e aceitar o que somos e o nosso erro, pois só assim poderemos dar continuidade no processo a ponto de que esses adjetivos sejam deixados de lado e possamos recuperar nossa identidade, a ponto de poder saber que eu sou e poder abrir dizer tranquilamente, “oi meu nome é Fellipe.” Apenas “Fellipe.
Autor: Fellipe Sousa
“Sou feito de retalhos. Pedacinhos coloridos de cada vida que passa pela minha e que vou costurando na alma. Nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas me acrescentam e me fazem ser quem eu sou.
Em cada encontro, em cada contato, vou ficando maior… Em cada retalho, uma vida, uma lição, um carinho, uma saudade… Que me tornam mais pessoa, mais humano, mais completo.
E, penso que é assim mesmo que a vida se faz: de pedaços de outras gentes que vão se tornando parte da gente também. E a melhor parte é que nunca estaremos prontos, finalizados… Haverá sempre um retalho novo para adicionar à alma”.
Portanto, obrigada a cada um de vocês, que fazem parte da minha vida e que me permitem engrandecer minha história com os retalhos deixados em mim. Que eu também possa deixar pedacinhos de mim pelos caminhos e que eles possam ser parte das suas histórias.
E que assim, de retalho em retalho, possamos nos tornar, um dia, um imenso bordado de “nós”. Poema de Cris Pizziment
Que cada um de nós possamos deixamos pedacinhos de si pelos caminhos por onde passar, tornando –se parte de nossas histórias.
O CR é feito de testemunhos! A riqueza de nossa restauração é boa demais para conservar só para nós. Cada um de nós tem boas qualidades que podem ser compartilhadas com outros. Nossa experiência honestamente partilhada ajuda outros a achar o nível de identificação de que precisa para começar seu processo de restauração. Que possamos ser assim, em cada retalho, uma nova história, um recomeço, uma vitória. Um dia de cada vez, de retalhos em retalhos.
PASSO 01 – Admitimos ser impotentes diante de nossos vícios, traumas emocionais, maus hábitos e comportamentos destrutivos e que nossas vidas se tornaram ingovernáveis.
“Pois eu sei que o que é bom não vive em mim, isto é, na minha natureza humana. Porque, ainda que a vontade e de fazer o bem esteja em mim, eu não consigo fazê-lo.” (Romanos 7:18 BLH)
O Passo Um nos leva a admitir nossa derrota. Embora esta ação pareça ser dar um passo para trás, é nesse momento que começamos a mudar. Esse Passo não implica em sermos irresponsáveis ou assumirmos uma postura de que nada podemos fazer sobre nossas vidas. Muito pelo contrário, esse Passo diz que somos responsáveis pelas nossas vidas e pelo que fazemos com ela. Esse Passo nos confronta com a realidade.
No Passo Um aceitamos nossa impotência. Somos impotentes diante de quase tudo que tentamos controlar pessoas, circunstâncias, nossa compulsão, o futuro, sentimentos, eventos da vida. Admitir nossa impotência é essencial para quebrarmos o ciclo da dependência. Nós nos acostumamos a esse ciclo, mas somente saindo dele e entrando em uma fase de desestabilidade, é que encontraremos um novo equilíbrio saudável.
Também neste Passo aprendemos a reconhecer que nossa vida está ingovernável – fora de controle. O que significa nossa vida estar ingovernável? Significa que passamos a acreditar que não temos escolhas sobre nossos atos, e desenvolvemos um estilo de vida autodestrutivo ou que nega nossa dor. Paramos de amar a nós mesmos. Precisamos voltar a cuidar de nós mesmos de uma maneira que alimente nossa alma e faça a vida valer à pena.
QUANDO ADMITIMOS NOSSA IMPOTÊNCIA E INCAPACIDADE DE CONTROLAR NOSSAS PRÓPRIAS VIDAS, ABRIMOS A PORTA PARA QUE NOSSO PODER SUPERIOR JESUS NOS AJUDE. NÃO É ONDE ESTÁVAMOS QUE CONTA, MAS PARA ONDE QUEREMOS IR.