Você não consegue ficar sem internet durante uma hora sequer?
Sente necessidade de compartilhar tudo o que vê e faz?
Fica extremamente irritado quando um vídeo não carrega rápido ou alguém pede para você deixar de lado seu PC, notebook ou tablet?
Deixa de sair ou fazer coisas simples do seu cotidiano para passar horas nas redes sociais?
Cuidado, você pode estar entre os 50 milhões de pessoas no mundo viciadas em internet, segundo estudos da Universidade La Salle, EUA.
Este será o tema desta sexta (11), na série Páginas da Vida.
Histórias reais de pessoas que venceram a compulsão por dívidas, compras e internet, a dependência química de álcool e drogas, a codependencia e a dor de traumas e transtornosemocionais.
Tema desta sexta, dia 04/01/2013:
ENCONTRANDO LIBERDADE FINANCEIRA
Tenho pensando e observado muito nos últimos tempos, a forma como as pessoas estão vivendo atualmente. Acreditam estar vivendo de forma intensa, se expondo a situações de risco, muitas vezes, sem se darem conta.
Não é fácil no mundo moderno conseguir viver com sobriedade, mas é algo que precisaríamos ao menos tentar, porque provavelmente nos sentiríamos melhor. Não correríamos o risco de desenvolver tantas patologias clínicas e psíquicas como temos atualmente.
O que precisamos ter claro é que sempre é possível começarmos a escrever a nossa história de forma diferente. Um dia de cada vez! Que temos capacidade de mudar a forma como vivemos a qualquer momento, para isso, basta que reconheçamos a necessidade da mudança e que realmente estejamos dispostos a fazê-la.
SÓ POR HOJE!
Para nossa surpresa, viver em sobriedade não é a experiência triste e desoladora que supúnhamos ser. Qualquer pessoa consegue ficar sóbria. Todos nós o fizemos muitas vezes. A questão é ficar e viver em sobriedade. Sabe, os nossos amigos e famílias estão compreensivelmente cansados de nos ouvir prometer, “Desta vez é sério”, para depois verem-nos chegar em casa completamente bêbedos ou com as mãos cheias de sacoles repletas de presentes. Assim, não lhes fazemos mais promessas de não voltar a beber, de
não estourar o cartão, nem sequer entre nós, e nenhum outro tipo de promesas,
senão as possíveis. Cada um de nós só se compromete perante si próprio. Afinal, é a nossa vida e a nossa saúde que estão em jogo. Somos nós que temos de dar os passos necessários para recuperarmos e não a nossa família ou amigos.
Para nossa surpresa, viver em sobriedade não é a experiência triste e desoladora que supúnhamos ser. Qualquer pessoa consegue ficar sóbria. Todos nós o fizemos muitas vezes. A questão é ficar e viver em sobriedade.
Sabe, os nossos amigos e famílias estão compreensivelmente cansados de nos
ouvir prometer, “Desta vez é sério”, para depois verem-nos chegar em casa
completamente bêbedos ou com as mãos cheias de sacoles repletas de
presentes.
Assim, não lhes fazemos mais promessas de não voltar a beber, de
não estourar o cartão, nem sequer entre nós, e nenhum outro tipo de promesas,
senão as possíveis. Cada um de nós só se compromete perante si próprio.
Afinal, é a nossa vida e a nossa saúde que estão em jogo. Somos nós que temos
de dar os passos necessários para recuperarmos e não a nossa família ou
amigos.
Carlinha, voluntária do CR
“Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas
eu não deixarei que nada domine. 1 Coríntios 6:12
O estresse faz parte de nossas vidas e é difícil defini-lo. No entanto, é claro que, na grande maioria das vezes, o estresse está associado a um sentimento negativo. Ele é um verdadeiro vilão da vida moderna e está associado a inúmeras doenças.
Sintomas:
Existem muitos sintomas associados ao estresse. Os mais comuns são:
Causas:
– Externas:
Ambiente: Barulho, luzes fortes, calor, espaço pequeno.
Social: Pessoas são rudes e agressivas com você. Dificuldades do dia-a-dia: dirigir de carro, perder chaves ou documentos, quebra de aparelhos.
Eventos marcantes: morte de um parente, perda de emprego, nascimento de filho ou neto.
Organizacional: regras, regulamentos, prazos.
– Internas:
Estilo de vida: muita cafeína, falta de sono, rotina muito corrida e ocupada.
Mente: pensamentos pessimistas, autocrítica exagerada, expectativas não realistas, levar as coisas para o lado pessoal, pensamento do tipo “tudo-ou-nada”, pensamento inflexível sobre algo.
Personalidade: perfeccionista, workaholic, querer agradar a todos.
Dicas para superar o estresse:
www.corpoperfeito.com.br/ce/estresse
Existem sete razões pelas quais as pessoas podem ficar atoladas em algum ponto de sua caminhada de restauração. É importante que você esteja familiarizado com cada uma delas para evitar que isso (veja figura ao lado!) aconteça com você.
Atolômetro O quanto você tem cuidado para não atolar? (Circule uma nota para cada item e para cada coluna) |
L |
K |
J |
Não |
Mais ou menos |
Sim |
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Trabalhei os passos de forma completa e correta |
1 |
2 |
3 |
Entreguei completamente minha vida e vontade ao Senhor |
1 |
2 |
3 |
Aceitei plenamente o perdão de Deus |
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2 |
3 |
Fiz reparações |
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3 |
Fiz as mudanças necessárias |
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3 |
Assumi a responsabilidade pelos erros cometidos |
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2 |
3 |
Desenvolvi uma rede apoio eficiente |
1 |
2 |
3 |
Total de pontos de cada coluna |
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Total de pontos das 3 colunas |
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Escala de avaliação:
07 – 11 = atolado. Saia da negação, peça ajuda e retome.
11 – 14 = grande risco de atolar
15 – 18 = algum risco de atolar
19 – 21 = sem risco de atolar. Parabéns pela caminhada bem sucedida!