NOSSA MAIOR NECESSIDADE
“… Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4:4).
Nós somos criaturas com todos os tipos de necessidades. Sem ar, água ou comida, por exemplo, não podemos viver. Além dessas necessidades absolutamente básicas, temos uma multidão de outras que precisamos suprir se desejarmos ser saudáveis e felizes. Mas estas necessidades não são apenas físicas, emocionais e sociais, elas também são espirituais.
Qualquer um que pensa que os seres humanos são simples organismos ignora a nossa necessidade mais essencial. Douglas Compland, fala sobre isso em seu livro Life After God (A Vida Após Deus): “Agora aqui está o meu segredo: Digo-lhe com toda a franqueza, que duvido terei outra vez […] O meu segredo é que eu preciso de Deus – que estou doente e não posso mais seguir sozinho. Preciso de Deus para me ajudar a dar, porque já não sou capaz de dar; para ajudar-me a ser amável, pois já não consigo ser bondoso; ajudar-me a amar, pois sinto que não sou capaz de fazê-lo”.
Você reconhece a sua necessidade de Deus? Essa necessidade pode ser suprida através de um relacionamento pessoal com Jesus Cristo. Ao admitir que sua vida está fora de controle devido aos seus vícios, compulsões, erros e falhas de caráter (Passo 1), confessar o seu pecado (Passo 5) e crer que Ele vai perdoá-lo. Ele o fará. Para isso, basta entregar sua vida e vontade a Ele (Passo 3). Ele lhe devolve sua sanidade perdida (Passo 2) e assegura sua restauração.
Se você está buscando Deus, olhe para Jesus.
“… que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem tu enviaste” (João 17: 3).
Adaptado do livro Nosso Andar Diário
Existem doenças que são como a ponta de um iceberg. Um diagnóstico mais cuidadoso revela uma um bloco de culpa, ódio, rancor, vergonha, medos, angústias submerso no profundo de nossa mente.
Assim, a cura de muitas doenças que aparentam ser apenas físicas, não pode levar em conta apenas a eliminação de sintomas, mas sim a extinção de suas causas.
Diga ao médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.
Conte a ele que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago. Relate que você tem diabetes, no entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.
Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.
Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo. Não querem mudar de vida.
Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa. Pretendem conseguir a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.
Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.
Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas…
Suplicam auxílio para os problemas de tireóide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.
Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueadas a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.
Deus nos fala através de mil modos. E Ele pode usar uma enfermidade para fazer com que nós vejamos por baixo da ponta do iceberg.
O diagnóstico, então, é simples: está faltando mais amor e harmonia em nossa vida. E o Evangelho de Jesus é a farmácia onde encontraremos os remédios que nos curarão por dentro.
Adaptado de um texto de autoria desconhecida
O conflito é inevitável em relacionamentos pessoais. É humanamente impossível viver em harmonia total com os outros o tempo todo. Jesus disse a seus discípulos como resolver disputas entre crentes (Mateus 18:15-20). Paulo resolveu o seu conflito com João Marcos, que havia surgido entre a primeira e segunda viagem missionária (Atos 15:36-41). João alertou os cristãos a não odiarem uns aos outros (1 João 4:20-21).
A Bíblia nos mostra vários passos para resolver conflitos e desfazer desentendimentos entre pessoas:
1. Adverte-nos a encarar o conflito – reconhecer sua existência e aceitar o seu impacto. Cristo aconselhou os seus discípulos a ir imediata e diretamente até a pessoa e discutir a ofensa cometida (Mateus 18:15). Outras pessoas deverão ser solicitadas a mediar o conflito somente se o mesmo não puder ser resolvido entre o ofendido e o ofensor (Mateus 18:16-17).
2. Instrui-nos a resolver o conflito com o perdão – colocar o desentendimento para trás e prosseguir em harmonia assim que ele tenha sido resolvido. Evódia e Síntique foram encorajadas a substituir a sua amargura por gentileza e viver em harmonia pacifica, regozijando-se no Senhor. (Filipenses 4:2-7).
3. Encoraja-nos a ir além do conflito – Paulo resolveu o ressentimento contra Marcos e procurou oportunidades de trabalhar com ele no ministério (compare Atos 15:36-41 com 2 Timóteo 4:9-11).
Jesus lembrou os fariseus do maior dos mandamentos – amar ao Senhor e amar o seu próximo (Mateus 22:37-40).
O desejo de Deus é que vivamos em harmonia. Devemos resolver o conflito com outras pessoas substituindo a discórdia pelo amor. A ênfase não é punitiva, mas redentora (2 Coríntios 2:5-11; 2 Tessalonicenses 3:14-15).
Adaptado “A Bíblia da Mulher” – pág. 1527
O mundo está em constante mudança; as compulsões acompanham as transformações:
Drunkorexia, Vigorexia,Ortorexia,Tanorexia,Blackberrymania,Cibervício,Oniomania
Adicção midiática, e-compulsão.
Saiba mais sobre elas na próxima sexta,24/fevereiro.
Rua Osvaldo Cruz,3401 (esquina com Dionisio Torres) Dionisio Torres
Há dois dias em cada semana que não devem preocupar-nos.
Dois dias que não devem causar-nos nem preocupações e nem medo.
Um é o Ontem. Com os seus erros e inquietude, com suas fraquezas e desvios, com suas penas e atribulações.
Ontem se foi para sempre e já está fora do nosso alcance.
Nem sequer o poder de todo o ouro do mundo poderia devolver-nos o Ontem.
Não poderemos desfazer nenhuma das coisas que fizemos Ontem.
Não poderemos apagar nem mesmo uma palavra do que dissemos Ontem.
Ontem se foi para não voltar.
O outro dia que não deve preocupar-nos,
É o Amanhã com suas possíveis adversidades, dificuldades, eventualidades.
Com suas promessas ou decepções.
O Amanhã está fora do nosso alcance imediato.
Amanhã sairá o sol para resplandecer no céu claro ou para esconder-se.
Atrás de densas nuvens, porém sairá.
Até que não venha, não podemos contar com o Amanhã, pois, todavia
o Amanhã está por nascer.
Só nos resta um dia, o Hoje.
Qualquer pessoa pode confrontar as eventualidades de um só dia,
e manter-se em paz.
Quando agregarmos as cargas dessas duas eternidades,
o Ontem e o Amanhã, é que nos confundimos e nos preocupamos.
Não são as coisas de Hoje que nos deixam loucos.
O que nos enlouquece e nos lança ao abismo é a lembrança.
Ou a amargura do que aconteceu Ontem e o medo do que aconteceu Ontem
E o medo do que virá Amanhã.
De modo que nos conformemos em viver somente UM DIA DE CADA VEZ
para manter-nos saudáveis e felizes.
SÓ POR HOJE!